Sete concertos de música clássica em diferentes espaços de Lisboa, Queluz e Sintra, até 10 de outubro, é o que o Goethe-Institut de Lisboa propõe ao público na 5.ª edição do Festival Cantabile. A entrada é gratuita em todos os concertos.

Desde a primeira edição, em 2010, que o Cantabile não mais deixou de trazer a música de câmara à Grande Lisboa. Com co-produção da Fundação Calouste Gulbenkian e direção artística da solista alemã Diemut Poppen, este ano será possível ver ouvir sons da época barroca de Johann Sebastian Bach até à modernidade de Eliot Carter.

Em destaque estarão obras de compositores franceses, entre estes, Gabriel Fauré, Claude Debussy e Francis Poulenc. A ponte musical entre a França e a Alemanha será lançada pelos solistas do Festival Cantabile e os solistas da Orquestra Gulbenkian durante os dois concertos que terão lugar no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, a 14 e a 17 de setembro, às 19h00, este último com a estreia absoluta em Portugal da obra contemporânea “Sleipnir der Achtbeinige” da compositora suíça Helena Winkelmann.

O concerto de dia 19 de setembro, no Goethe-Institut, é a prova de que o gosto pela música de câmara não escolhe idades. Destinado aos mais novos, será protagonizado pelos jovens irmãos Emmanuel Zoon (14 anos) e Noémi Zoon (9 anos), que vão interpretar obras de Mozart, Bach, Christoph Willibald Gluck e Beethoven.

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O programa é composto por músicos como Barnabás Kelemen (violino), Iseut Chuat (violoncelo), Jacques Zoon (Flauta), Paolo Giacometti (Piano) assim como o Quarteto Schumann, composto pelos irmãos Erik Schumann (Violino), Mark Schumann (Violoncelo), Ken Schumann (Violino) e Liisa Randalu (Viola).

O Festival Cantabile termina a 10 de outubro no Palácio Nacional de Queluz, com a cantora meio-soprano Gerhild Romberg que, acompanhada pelo pianista Manuel Lange, vai interpretar obras de Johannes Brahms, Claude Debussy e outros compositores de Lieder alemães e franceses.