A fadista Maria Amélia Proença, com 68 anos de carreira, é homenageada esta quarta-feira, em Lisboa, no âmbito das celebrações do terceiro aniversário da proclamação do Fado como Património Imaterial da Humanidade, pela UNESCO.

A homenagem, às 21h00, no Café Luso, em Lisboa, conta com a participação de Ricardo Ribeiro, Pedro Moutinho e Rodrigo Costa Félix, Ana Laíns, Luís de Matos, Cátia Santos, António Pinto Basto, Vítor Duarte Marceneiro, Jorge Martinho, José Gonçalez, Cláudia Madeira, Liliana Martins, Joana Cota, Joana Baeta, Sandra Correia, Cristina Picado, Maria Emília, Sérgio da Silva, André Vaz, Diogo Clemente, António Vasco, entre outros.

Um elenco que se completa com Elsa Laboreiro, Filipe Acácio, Yola Dinis, Catarina Rosa e Cristiano de Sousa, Sandro Costa, António Neto e Jorge Carreiro. O Café Luso define esta como “uma grande festa do fado, de celebração por uma distinção que nos orgulha”.

Em declarações à Lusa, Maria Amélia Proença afirmou-se “emocionada, tanto mais que coincide com a data da proclamação do fado como Património Imaterial da Humanidade, e é num espaço que apelidamos de catedral do fado”.

A intérprete de “À beira do cais” fez parte, praticamente, de todos os elencos das casas de fado, nomeadamente Casablanca, Café Luso, Café Mondego, Os Marialvas, Adega Mesquita, Solar da Madragoa, Senhor Vinho e Parreirinha de Alfama, onde semanalmente atua.

A fadista foi distinguida com dois prémios Carreira, pela Casa da Imprensa, em 2005, e pela Fundação Amália Rodrigues, em 2011. Em 2010, foi homenageada no Museu do Fado pela Associação Portuguesa dos Amigos do Fado.