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Nos primeiros oito meses do anos, e de acordo com últimos cálculos do Tesouro americano, a fuga de capital da China chega já aos 500 mil milhões de dólares (quase 450 mil milhões de euros). Essa fuga será resultado da crise que abalou a economia chinesa nos últimos meses, fazendo a economia abrandar, mesmo continuando a crescer acima dos 6%.

Como avança a CNBC, estes cálculos têm como base as variações das fortunas na economia global. As saídas de capital terão atingido os 200 mil milhões de dólares só durante a crise das bolsas chinesas no último mês de agosto. Esta evolução também levou a uma mudança na avaliação na valorização da moeda chinesa por parte de Washington.

Citados pelo mesmo canal americano, economistas do Tesouro escreveram que “dadas as incertezas económicas, fluxos de capitais voláteis e as perspetivas de um crescimento mais lento na China, a trajetória a curto prazo do renminbi (moeda chinesa) é difícil de avaliar. No entanto, o nosso julgamento é que o renminbi permanece abaixo da sua valorização adequada a médio prazo.”

Ou seja, a moeda chinesa continua bastante desvalorizada, sendo que o Tesouro americano coloca-a abaixo do seu valor apropriado a médio-prazo.

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