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Justin Trudeau. Poderá um primeiro-ministro prolongar a lua-de-mel com imagens atléticas?

Este artigo tem mais de 4 anos

Faz ioga numa mesa e equilibra-se num uniciclo. Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá, é um homem atlético e demonstra-o na internet. E as sondagens também dizem que (ainda) é popular.

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A pergunta é da CNN: “Mais do que Putin, será Trudeau é o líder mais atlético do mundo?”.

A questão surge a propósito de uma fotografia de abril de 2013, tirada pouco tempo antes de Justin Trudeau se ter tornado líder do Partido Liberal do Canadá. A imagem, que foi agora desenterrada e tornou a circular nas redes sociais, mostra o então futuro primeiro-ministro daquele país de 35 milhões de habitantes a fazer a posição de ioga mayurasana (também conhecida como postura do pavão) numa mesa de trabalho.

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Trudeau numa posição de ioga em abril de 2013, poucas semanas antes de se tornar líder do Partido Liberal

Não é a única imagem em que Trudeau demonstra capacidades atléticas. Noutra fotografia, publicada há sete meses, quando ainda estava em campanha para as presidenciais, em que o liberal, de braço erguido, segurava uma criança pelos pés. Força e equilíbrio parecem não faltar, para gáudio dos transeuntes — à exceção do senhor de tshirt verde.

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Por fim, há outra imagem que confirma o equilíbrio de Trudeau e que possivelmente este possa ser um atributo que herdou do seu pai, Pierre Trudeau, primeiro-ministro do Canadá entre 1980 e 1984 e também dotado de capacidades para se pôr em cima de um uniciclo.

Justin Trudeau, the new prime minister of Canada, rides a unicycle (and very well) and his dad, Pierre Elliott Trudeau,...

Publicado por Unicycle.com USA em Quinta-feira, 22 de Outubro de 2015

A lua-de-mel que ainda não acabou

Justin Trudeau foi eleito primeiro-ministro do Canadá em outubro de 2015 e desde então há uma expressão que tem sido recorrentemente usada para caracterizar o mandato do líder do Partido Liberal: estado de graça ou, em inglês, honeymoon stage (fase lua-de-mel).

Em novembro, a CBC News escrevia, com notória ironia, que “uma nova era de luz e arco-íris está prestes a assentar no Canadá”. Mais tarde, no mesmo mês, o jornal The Star escrevia que Trudeau estava a desfrutar um “sentido estado de graça político”, tomando nota da taxa de aprovação de 74% do seu executivo. Ainda assim, em dezembro, o Montreal Gazette escrevia que o “aparentemente eterno estado de graça dos liberais de Trudeu pode estar perto odo fim”. E já em janeiro de 2016, a propósito de uma entrevista a uma cientista política, uma publicação da McGill University escrevia “agora é que começa a parte difícil”.

“O elemento surpreendente é a maneira como aquilo que são aparentemente os pontos fracos de Trudeau — falta de experiência, maior importância do estilo do que o conteúdo — têm servido para reforçar um sentimento de autenticidade e de frescura que ele demonstra”, disse Antonia Maioni, em janeiro. Mas nada disto durará para sempre: “O verdadeiro teste à sua governação é agora, à medida que entramos na época de orçamento no meio de uma situação económica muito problemática. Há escolhas específicas que têm de ser feitas e que terão consequências a curto e médio prazo”.

Entretanto, a proposta de orçamento já foi apresentada — com uns a dizerem que é um “orçamento que ouve os canadianos” e outros a criticarem-no por não dar suficiente importância “à competitividade global e à iniciativa privada”.

No meio disto tudo, onde fica a popularidade de Trudeau e a sua lua-de-mel com a opinião pública canadiana?

Continua alta. Segundo uma sondagem da Ipsos Mori, a atuação do executivo liberal tem uma taxa de aprovação de 66%. E de acordo com uma nova sondagem publicada no início de março, o Partido Liberal teria mais 7,1% do que nas eleições de 2015, chegando aos 46,6%.

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