Função Pública

Frente Comum mantém greve para 27 de outubro

A Frente Comum considera que a nova versão da proposta do Governo sobre o descongelamento das progressões na carreira não responde às reivindicações, pelo que a greve se mantém.

Para a líder, Ana Avoila, a nova versão da proposta do Governo "mantém o faseamento" das progressões na carreira

Rodrigo Antunes/LUSA

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública considera que a nova versão da proposta do Governo sobre o descongelamento das progressões na carreira não responde às reivindicações, pelo que a greve marcada para 27 de outubro mantém-se.

A dirigente Ana Avoila falava aos jornalistas no Ministério das Finanças, à entrada de mais uma reunião com os membros do Governo para fechar a proposta relativa às matérias para a administração pública que irão constar no Orçamento do Estado para 2018 (OE2018), documento que será entregue na sexta-feira no parlamento.

Para a líder da Frente Comum, a nova versão da proposta do Governo “mantém o faseamento” das progressões na carreira, além de não contemplar aumentos salariais nem o horário semanal das 35 horas para todos os trabalhadores.

A nova proposta do Governo “não responde” às reivindicações dos trabalhadores, “não há uma aproximação real” ao que é exigido, considerou Ana Avoila.

Há uma incompreensão do estado de espírito dos trabalhadores da administração pública que não faz sentido”, concluiu a dirigente sindical.

A nova versão da proposta do Governo que chegou esta madrugada aos sindicatos estabelece que os funcionários públicos vão receber no próximo ano um terço do valor da progressão na carreira, sendo o restante pago em janeiro e dezembro de 2019.

O documento prevê ainda o fim do corte no valor das horas extraordinárias, mas de forma faseada ao longo de 2018.

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