Presidente Marcelo

“Temos uma imprescritível dívida de gratidão para com a Grécia”, diz Marcelo

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, enalteceu a forma como a Grécia tem acolhido milhares de refugiados e salientou a importância da cultura grega.

JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou esta terça-feira que há “uma imprescritível dívida de gratidão” para com a Grécia, enaltecendo a forma como tem acolhido milhares de refugiados e salientando a importância da cultura grega.

Num jantar em sua honra oferecido pelo Presidente grego, Prokopios Pavlopoulos, no Palácio Presidencial, em Atenas, durante a sua visita de Estado à Grécia, Marcelo Rebelo de Sousa voltou a prestar “uma homenagem sentida ao povo grego, pelos sacrifícios por que passou, pela dignidade que sempre demonstrou, pela determinação de que nunca abdicou”.

“Sabemos bem, gregos e portugueses, quão dura foi a crise económica e financeira. Tal como sabemos que não podemos ignorar as lições deste passado tão duro e tão recente. Lições que nos devem impelir a avançar para a conclusão da união económica e monetária, para enfrentar com ambição o próximo quadro financeiro plurianual, e sempre a lutar para manter a unidade europeia”, disse.

Com Prokopios Pavlopoulos ao seu lado, o chefe de Estado prosseguiu: “Uma luta cujas fileiras a Grécia tem corajosamente integrado, batendo-se pela vida e pela dignidade humanas, acolhendo milhares de refugiados, não recuando perante desafios políticos e sociais, com que poucos de nós teremos algum dia sido confrontados. Garantindo que a tradição europeia de acolhimento, proteção e asilo não era posta em causa”.

“É por isso que todos nós temos uma imprescritível dívida de gratidão para com a Grécia. E Portugal e os portugueses orgulham-se de terem estado sempre ao lado da Grécia neste período difícil”, defendeu.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
PSD

Os 3 vazios da direita portuguesa /premium

Miguel Pinheiro

Marcelo está preocupado com a possibilidade de a direita se “fragmentar” e “deixar de ser alternativa”. Mas à direita não há liderança, nem ideias, nem estratégia. A união do vazio vale pouco. Ou nada

Bloco de Esquerda

Os fascistas /premium

Alberto Gonçalves
1.734

Para o Bloco de Esquerda, que passa o tempo a sugerir proibições, tudo o que abomina é “fascista”: eu, você, dois terços do eleitorado, quatro quintos do Ocidente, nove décimos do mundo democrático...

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)