Fiat

Fiat prepara um 500 eléctrico com mais bateria

A Fiat nunca fez um grande esforço para comercializar o 500e, alegando que perdia dinheiro na operação. Agora anuncia um novo 500e, com mais potência e mais bateria, que virá (também) para a Europa.

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  • Observador

O 500e nasceu da necessidade de incluir modelos eléctricos na gama americana, para reduzir as emissões médias totais (incluindo os modelos a combustão) e evitar penalizações. Mas o CEO da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), Sergio Marchionne, sempre afirmou que os carros eléctricos, nesta fase do campeonato, só dão prejuízo. Obviamente, esta contabilidade depende muito do investimento e do volume de produção, pois não é de esperar que a Renault e a Nissan, com modelos igualmente acessíveis, percam dinheiro por cada Zoe ou Leaf que comercializem. Mas foram os custos unitários elevados que sempre levaram a FCA a limitar as vendas do atraente 500e nos EUA e, sobretudo, a não comercializá-lo na Europa. Mas isto estará em vias de mudar.

Na recente conferência anual da FCA, em que anunciou novos Alfa Romeo, novos Jeep e o novo Fiat Giardiniera – o 500 em versão carrinha –, Sergio Marchionne informou igualmente que a Fiat está a desenvolver soluções electrificadas, com recurso a motores híbridos (gasolina/eléctrico) para os 500X e 500L, que poderão ser alargados a outros modelos da marca e até mesmo do grupo. Mas a electrificação não vai ficar por aqui, com os italianos a desenvolverem também novas soluções 100% eléctricas para o 500e e para a carrinha Giardiniera. Se bem que Marchionne não tenha revelado dados definitivos, foi dando a entender que motores e baterias seriam mais potentes e com maior capacidade do que actuais.

De recordar que o 500e, tal como existe agora, surgiu em 2013 e está equipado com um motor de 83 kW, cerca de 111 cv. A unidade motriz debita igualmente um binário de 200 Nm, força mais que suficiente para o peso do modelo, que conta apenas com uma capacidade de 24 kWh de capacidade, similar pois aos primeiros Zoe e Leaf, que assegura uma autonomia de 135 km segundo o método EPA americano, ainda mais realista do que o antigo NEDC e o novo WLTP europeus.[FrameNews src=”https://s.frames.news/cards/fiat/?locale=pt-PT&static” width=”300px” id=”697″ slug=”fiat” thumbnail-url=”https://s.frames.news/cards/fiat/thumbnail?version=1525453464231&locale=pt-PT&publisher=observador.pt” mce-placeholder=”1″]

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