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PCP exige medidas ao Governo para normalizar serviços de urgência do 112

Os dirigentes do PCP consideraram "inaceitáveis" as notícias sobre insuficiência no atendimento dos serviços de urgência do número telefónico 112.

mario caldeira/EPA

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  • Agência Lusa

Os dirigentes do PCP consideraram esta terça-feira “inaceitáveis” as notícias sobre insuficiência no atendimento dos serviços de urgência do número telefónico 112, exigindo ao Governo medidas concretas de “reposição dos meios humanos”.

“Os registos vindos a público sobre as enormes insuficiências de resposta do serviço 112 são inaceitáveis e requerem a adoção de urgentes medidas de reposição dos meios humanos indispensáveis a um atendimento rápido, como se impõe”, lê-se em comunicado. Para os comunistas, o que está em causa “não se compadece com considerações mais ou menos justificativas ou evasivas que não sejam a da natureza do próprio serviço até porque não é previsível em que momento um dado acontecimento pode ocorrer motivando um maior fluxo de contactos”.

O Correio da Manhã (CM) noticiou na segunda-feira que a central em Oeiras, servindo nove distritos do sul do país, está com falta de pessoal, tendo atualmente quatro funcionários quando o ideal seriam 12, o que fez aumentar o tempo de atendimento durante o mês de agosto. Ao CM, o Ministério da Administração Interna admitiu que este “serviço é gerido de modo a que, nos turnos com menos movimento, esteja um menor número de operadores em atividade” e que está “a decorrer um novo processo de recrutamento junto da GNR”.

“A situação em que se encontra o serviço 112 exige do Governo medidas inadiáveis para o prover do pessoal indispensável ao seu funcionamento, capacitação de resposta e dignificação das suas funções. Medidas tão mais urgentes e necessárias quanto as exigências a que estão sujeitos os profissionais que ali prestam serviço, garantindo o cumprimento dos seus direitos”, reforça o PCP.

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