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Aquela ovação era o 3-0? Não, era o regresso de Danilo

Este artigo tem mais de 3 anos

O jogo com o Moreirense ficou marcado por um momento que foi festejado como se de um golo se tratasse: o regresso de Danilo aos relvados depois de cinco meses e um longo calvário de lesões.

Herrera foi um dos que mais aplaudiu o regresso de Danilo aos relvados.
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Herrera foi um dos que mais aplaudiu o regresso de Danilo aos relvados.

Ivan Del Val/Global Imagens

Herrera foi um dos que mais aplaudiu o regresso de Danilo aos relvados.

Ivan Del Val/Global Imagens

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O minuto era o 82 — ainda o FC Porto vencia por 2-0. Danilo apertava as chuteiras, ouvia indicações do adjunto portista e levava uma palmadinha nas costas de Sérgio Conceição. Começavam a subir de volume os primeiros aplausos — não só fora mas dentro do relvado (Herrera era um dos que o fazia) — e levantavam-se os telemóveis com a câmara em riste para o centro do relvado. Brahimi encaminhava-se para a linha lateral e dava lugar a Danilo. Até o técnico rival, Ivo Vieira, o quis cumprimentar. O internacional português estava novamente em campo cinco meses depois.

Era estrondoso o ruído que estalava nas bancadas. Quase como se tratasse de um golo. Um momento de entusiasmo num jogo baço do FC Porto, ainda a contas com os seus próprios fantasmas. “Olé Danilo, olé!”.

[Veja o momento da entrada de Danilo aqui]:

Para perceber a importância do momento é preciso recuar a uma cronologia que não tem desenhado momentos fáceis na carreira do médio português. Tudo começou em janeiro passado, no jogo da meia-final da Taça da Liga, frente ao Sporting. Ainda não estavam cumpridos sete minutos quando, numa arrancada, Danilo sentiu dores na perna esquerda e caiu sozinho. Na altura acabou por ser substituído por Óliver Torres, mas as piores notícias estavam reservadas para os dias seguintes: rotura muscular no gémeo esquerdo e um tempo de paragem que rondaria, pelo menos, os dois meses.

Era uma lesão que afetava uma zona muscular essencial no equilíbrio, nos saltos e nas mudanças de direção — pelo que a recuperação foi tratada com pinças pelo departamento médico liderado por Nélson Puga. O grande regresso, mais de dois meses depois, estava marcado para 2 de abril no Estádio do Restelo. Danilo entrou aos 72 minutos, mas num arranque, outro, sentiu um desconforto. Ainda assim, manteve-se em campo e só se queixou aos clínicos depois do jogo — que o FC Porto viria a perder por 2-0.

Os dias seguintes trouxeram as notícias que ninguém queria ouvir no Dragão: rotura parcial do tendão de Aquiles da perna esquerda. Confirmavam-se as primeiras suspeitas (inclusive do jogador, que terá mesmo confidenciado com as pessoas mais próximas que a época tinha terminado) e o desfecho era devastador: além de Danilo falhar os restantes jogos do FC Porto nessa temporada, estava também afastado do Mundial da Rússia.

O jogo com o Moreirense marcou o regresso depois deste longo calvário. E a forma como foi assinalado, dentro e fora do campo, sublinha que o peso do jogador extravasa a posição que ocupa no campo. Como confirmou no final o próprio Sérgio Conceição: “O regresso do Danilo é extremamente importante para o grupo. É um jogador fundamental no espírito Porto e também pela sua qualidade”.

Entretanto o próprio jogador deixou uma mensagem na conta de Twitter do FC Porto. “Foi muito emocionante 45 mil pessoas a aplaudirem-me. Foi muito importante para mim. Obrigado e espero que todos os adeptos continuem a apoiar o clube porque vamos precisar de vocês”, referiu.

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