O Santander Portugal desmente a intenção, noticiada pela imprensa espanhola, de avançar com um plano de redução de pessoal após a integração dos cerca de 900 trabalhadores (e 115 agências) do Banco Popular. A notícia foi do espanhol “El Economista“, mas fonte oficial do Santander em Portugal garante que “a notícia em causa não tem qualquer correspondência com a verdade”.

“Com a integração do Popular, o Santander em Portugal irá prosseguir a política que vem seguindo de adaptação do seu quadro de colaboradores face às necessidades atuais, no sentido de ter uma otimização moderada nos seus recursos, sem despedimentos, num processo baseado em saídas por mútuo acordo ou por reformas e pré-reformas”, afirma fonte oficial do banco.

Da mesma forma, sem abandonar praças, o banco continuará a promover um reajustamento da rede de balcões, tendo em conta a proximidade/sobreposição de agências, a sua progressiva especialização e adequação ao mercado, e a necessária correta articulação entre os serviços de base física e a crescente oferta digital”.

O El Economista noticiava esta segunda-feira, sem especificar fontes, que o grupo iria iniciar negociações com os sindicatos para aumentar a eficiência, após a integração do Banco Popular.

O banco concluiu há cerca de uma semana a integração tecnológica da rede do ex-Banco Popular, cujas operações portuguesas o Santander adquiriu após a medida de resolução que foi aplicada ao antigo concorrente, em junho de 2017.