O nono suspeito do caso Tancos, que foi esta quarta-feira detido pela Polícia Judiciária, está indiciado pela prática de crimes de associação criminosa, furto, detenção e tráfico de armas e terrorismo internacional e vai ficar em prisão preventiva, segundo decisão do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa.

Segundo o despacho do juiz João Bártolo, a que a agência Lusa teve acesso, o Tribunal de Instrução Criminal considera que há perigo de continuação da atividade criminosa, perigo de perturbação e da tranquilidade da ordem pública e perigo de perturbação do decurso do inquérito.

O arguido, que à data dos factos era militar em funções nos paióis do exército, será encaminhado para o estabelecimento prisional de Évora para evitar contactos com outros arguidos no mesmo processo detidos no estabelecimento prisional de Tomar.