Ministério das Finanças

“País não tem futuro se a dívida não baixar”, diz ministro das Finanças

Mário Centeno afirma que não é possível sustentar as políticas públicas sem uma redução da dívida. Para o ministro, a estratégia passa por começar a reduzir o valor em termos nominais.

O ministro das Finanças apresentou recentemente o Programa de Estabilidade

JOSE SENA GOULAO/LUSA

O ministro das Finanças disse esta quarta-feira que, sem reduzir a dívida pública, o país não tem futuro, reforçando que, após a descida da dívida em percentagem do PIB, a estratégia é começar a reduzir o valor em termos nominais.

“Nós não temos futuro para o país se a dívida não baixar. Não é possível projetar uma sustentabilidade para as políticas públicas se não tivermos uma trajetória de redução da dívida pública”, afirmou Mário Centeno no debate sobre o Programa de Estabilidade sinalizando que “hoje, a dívida pública desce em percentagem do PIB [Produto Interno Bruto] e, já amanhã, vai começar a descer em termos nominais”.

O ministro respondia ao deputado do PCP Paulo Sá que considerou que o Governo, ao estabelecer como “prioridade absoluta” o cumprimento das “imposições” de Bruxelas, procura “receber o certificado de bom aluno da União Europeia”.

Quando apresentou o Programa de Estabilidade para 2019-2023, em 15 de abril, o ministro das Finanças definiu como objetivo a manutenção da trajetória de redução do peso da dívida pública em percentagem do PIB, prevendo que reduza de 118,6% este ano para os 99,6% em 2023.

Em termos de valor nominal, as mesmas projeções apontam para que a dívida pública atinja um pico de 248,5 mil milhões de euros em 2020 para começar a reduzir dai em diante, estimando-se que recue, em termos nominais, para os 243,6 mil milhões de euros em 2021.

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