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Combustível

ANA garante que aeroportos vão ter combustível durante greve dos motoristas

Empresa responsável pelos aeroportos confia nos serviços mínimos, mas assegura ao Negócios que tem plano de contingência caso estes falhem. Governo também prepara sistema de distribuição alternativo.

O abastecimento dos aeroportos é uma das áreas que está a ser assegurada, diz a ANA

FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

As preparações para a greve dos motoristas de matérias perigosas, com data de início marcada para 12 de agosto, estão a avançar, segundo garantiram ao Jornal de Negócios a ANA — Aeroportos de Portugal e a Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (APETRO). Em concreto, há planos de contingência preparados para garantir que nenhum voo seja cancelado, por exemplo (link disponível para assinantes).

“De alguma forma, desde a última greve foi criada uma melhor rede de comunicação, de modo a que a operacionalização dos planos de contingência fluam da melhor forma”, assegurou ao Negócios João Reis, presidente da APETRO, referindo-se à paralisação de abril. As gasolineiras, diz, “já estão a trabalhar para tentar que os postos de abastecimento estejam na sua capacidade máxima antes da greve”.

Isso significa que os postos de combustível terão capacidade para responder à procura durante os primeiros dois ou três dias da greve, explica o jornal. Para lá disso, “não é possível saber”, admite João Reis.

Os voos marcados, contudo, estarão assegurados. Isso mesmo confirmou a própria ANA ao económico, expressando convicção de que os serviços mínimos deverão abranger esta área. E se não vierem a ser cumpridos pelos motoristas, a empresa responsável pelos aeroportos portugueses tem uma alternativa.

A ANA, as companhias aéreas e os outros atores do setor têm planos para mitigar as consequências de todo o tipo de contingências”, afirmou fonte oficial da empresa.

“Pela natureza, e para garantir a sua eficiência, estes planos não são públicos”, acrescentou a ANA.

A somar-se a esta preparação estão os próprios planos de contingência do Governo. O secretário de Estado da Energia, João Galamba, já tinha garantido em julho, em entrevista à TSF, que está a ser preparado um plano de ação. O Executivo comprometeu-se à altura, relembra o Negócios, com a criação das “condições para, se necessário, montar um sistema logístico alternativo de distribuição de combustíveis no caso de não haver o cumprimento de serviços mínimos”.

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