Agostinho Lopes, não se compromete com prazos para chegar lá, mas elege como meta um salário mínimo de 850 euros. O dirigente da CDU aponta ainda como prioridades da coligação a criação de uma rede pública de creches e o reforço do investimento no SNS.

Num segundo vídeo, Agostinho Lopes identifica uma “completa ficção” nos números do emprego criado, sustentando que “dos cerca de 800 mil contratos de trabalho que foram verificados entre 2015 e dezembro do ano passado, mais de 54% foram contratos precários.” Descortina as respostas da CDU para jovens desempregados ou em situação precária, explica como querem “travar a sangria desenfreada” de trabalhadores que emigram e explica como querem atacar a “injustiça social” dos impostos.

Nestas entrevistas, o cenário ficou propositadamente vazio para dar espaço a propostas concretas e ajudar a descodificar os programas eleitorais. O Observador desafiou os seis partidos com assento parlamentar a eleger e explicar as propostas mais relevantes que levam a sufrágio no próximo domingo.