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Da tequila aos ex-namorados: as histórias da cerimónia dos Óscares que lhe podem ter escapado

A tequila como souvenir, os encontros de ex-namorados no público, a conquista feminina e os recordes escondidos. As histórias dos Óscares que o barulho das luzes ofuscou.

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Bradley Cooper e Renée Zellweger foram namorados e estiveram juntos nos Óscares

Getty Images

Bradley Cooper e Renée Zellweger foram namorados e estiveram juntos nos Óscares

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Aconteceu mais na cerimónia dos Óscares do que pode ter reparado. Sim, “Parasitas” foi o primeiro filme falado noutra língua que não o inglês a vencer a estatueta de Melhor Filme. E sim, o mini-concerto de Eminem roubou o espetáculo — para o bem e para o mal, depende das opiniões. Mas houve surpresas no público, nos bastidores e até debaixo do palco. Este é um resumo:

Havia mini-garrafas de tequila com palhinha como souvenir

Um autocolante com o desenho de uma estatueta? Uma caneta dourada de plástico e um caderno a condizer? Uma amostra de chocolate com avelã por dentro? Não, nenhum desses clássicos souvenirs fizeram parte das lembranças dadas aos artistas que participaram na cerimónia dos Óscares. Em vez disso, os convidados receberam pequenas garrafas de tequila Don Julio com um biberão e um rótulo personalizado. É, pelo menos, mais útil (e menos fraudulento) que as garrafas de água preta presenteadas nos Emmy — que não eram mais do que água com ácido húmico, aquele produto negro que surge da decomposição dos organismos.

Julia Butters levou uma sandes para a cerimónia

Está a ver aquele saco com fecho zip que a pequena Julia Butters leva na bolsa despreocupadamente aberta ao longo da passadeira vermelha? É uma sandes. De perú, dizem os jornalistas no local. A atriz de “Era uma Vez… Em Hollywood” foi prevenida para a possibilidade de, numa cerimónia que se arrastou por algumas horas, começar a sentir um rato no estômago. Foi bem pensado.

Julia Butters. Créditos: VALERIE MACON/AFP via Getty Images

Natalie Portman fez uma discreta ode ao feminismo

Talvez não tenha reparado, mas Natalie Portman trazia uma mensagem de defesa ao feminismo cosida ao vestido que exibiu na passadeira vermelha. A atriz norte-americana com raízes israelitas recordou os nomes de realizadoras que não foram nomeadas para os Óscares. É o caso de Lorene Scafaria, que fez “Hustlers”, Lulu Wang, realizadora de “A Despedida”, e Greta Gerwig, que fez “Mulherzinhas”, nomeado para Melhor Filme.

Natalie Portman. Créditos: ROBYN BECK/AFP via Getty Images

O vestido de Janelle Monae com 168 mil diamantes

Certo, o vestido de Janelle Monae — que recentemente se assumiu como não-binária no sistema de géneros — deu nas vistas pela quantidade de brilho que emanava na passadeira vermelha dos Óscares. Mas consegue imaginar quantos diamantes faziam parte daquele fato? Cento e sessenta e oito mil diamantes Swarovski. A equipa da Ralph Lauren precisou de 600 horas para conceber a roupa de Janelle Monae, que incluía um capuz a fazer lembrar o típico conjunto chapéu-e-lenço de Grace Jones. E o penteado da cantora norte-americana começou a ser feito há dois dias pela artista Nikki Nelms, como a própria cabeleireira explicou no Instagram.

Janelle Monae. Créditos: ROBYN BECK/AFP via Getty Images

America Ferrara fez um tributo às tribos indígenas

A atriz de “Como Treinares O Teu Dragão” aproveitou a ocasião para homenagear uma tribo das Honduras, os Lenca. America Ferrara escreveu no Instagram, ainda antes de surgir na passadeira vermelha, que iria “levar os próprios antepassados guerreiros” com ela no evento da noite, depois de ter dado voz à guerreira viking Astrid no filme de animação. O resultado foi este vestido vermelho de Karla Welch.

America Ferrara. Créditos: Jeff Kravitz/FilmMagic

Cherry foi o segundo atleta a ganhar um Óscar. O primeiro foi Kobe Bryant

O discurso de homenagem a Kobe Bryant de Matthew A. Cherry quando aceitou o Óscar de Melhor Curta-Metragem de Animação não foi apenas mais uma recordação de um dos melhores basquetebolistas de sempre. Matthew A. Cherry foi apenas o segundo atleta de sempre a vencer a estatueta dourada e o primeiro tinha sido precisamente Kobe Bryant, que morreu no final do mês passado num acidente de helicóptero. “Que tenhamos um segundo ato tão bom como ele teve”, desejou o futebolista americano.

Matthew A. Cherry. Créditos: MARK RALSTON/AFP via Getty Images

Houve um encontro romântico nos Óscares. E envolve Bradley Cooper

Foi um momento Brad-Pitt-e-Jennifer-Aniston 2.0 e, em vez de envolver o novo laureado com o Óscar de Melhor Ator Secundário e a eterna intérprete de Rachel Green em “Friends”, ocorreu entre Bradley Cooper e Renée Zellweger. Talvez não se lembre, mas os dois namoraram durante dois anos após se terem cruzado em “Case 39”. Terminaram em 2011, mas os dois sempre se mantiveram muito discretos no que toca à relação, o que torna ainda mais sumarento este encontro de segundo grau nos Óscares.

Bradley Cooper e Renée Zellweger. Créditos: Kevin Winter/Getty Images

Pela primeira vez, uma mulher liderou a orquestra dos Óscares

A chamada de atenção veio de Brie Larson, Gal Gadot e Sigourney Weaver, que subiram ao palco para entregar os galardões de Melhor Canção a Elton John e Melhor Banda Sonora a Hildur Guðnadóttir. Entre as 92 cerimónias dos Óscares, esta foi a primeira em que uma mulher liderou a orquestra do espetáculo. Chama-se Eímear Noone, é irlandesa, autora das bandas sonoras de filmes como “World of Warcraft” e, na noite de domingo, controlou a orquestra de 42 músicas debaixo do palco do Dolby Theatre.

Outra estreia no feminino: uma vencedora na “Melhor Banda Sonora”

É mais uma estreia para a presença feminina na cerimónia dos Óscares e também no mundo da música. Hildur Gudnadóttir, a compositora de “Joker”, tornou-se a primeira mulher a recolher o Óscar de Melhor Banda Sonora depois de já ter vencido os BAFTA na mesma categoria. A islandesa surgiu emocionada em palco, agradeceu aos colegas de trabalho, acenou à família e deixou uma mensagem feminista para o público: “Para as raparigas, mulheres, mães, filhas que ouvem a música borbulhando lá dentro, por favor, falem. Precisamos de ouvir as vossas vozes”.

Hildur Gudnadóttir. Créditos: Kevin Winter/Getty Images

Com Phoenix vencedor, a personagem “Joker” já ganhou dois Óscares

Quando Joaquín Phoenix venceu o Óscar de Melhor Ator Principal, também a personagem “Joker”. Esta é a segunda vez que o vilão da DC Comics venceu a estatueta dourada mais cobiçada de Hollywood. A primeira vez foi com Heath Ledger, que venceu o prémio postumamente pela interpretação em “O Cavaleiro das Trevas”. Algo assim só tinha acontecido uma vez no passado — quando Marlon Brando ganhou o Óscar com a personagem Vito Corleone em 1972, que veio a ser novamente interpretada numa versão mais jovem por Robert De Niro, em 1974.

Joaquín Phoenix. Créditos: Kevin Winter/Getty Images

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