Quando o futebol parou, o Barcelona estava no topo da liga espanhola, com mais dois pontos do que o Real Madrid. Apesar da liderança, a atual temporada dos catalães estava longe de ser tranquila. Além das lesões de Suárez e Dembélé, do encaixe pouco conseguido de Griezmann, dos resultados irregulares e da vida difícil nos oitavos de final da Liga dos Campeões que escapa há cinco anos, a época do Barcelona estava a ser pautada principalmente por problemas internos fora dos relvados.

Luis Enrique foi despedido, numa decisão que esteve longe de agradar aos jogadores; Quique Setién foi o sucessor escolhido, uma opção surpreendente, dado que o treinador não tinha grande currículo, e que ainda não teve grandes resultados; Messi defendeu publicamente o plantel e entrou numa guerra de palavras com ex-colega de equipa e atual diretor desportivo Éric Abidal; e um alegado esquema da direção do clube, que pagava fortunas a uma empresa de gestão de redes sociais para melhorar a imagem dos executivos e denegrir a dos jogadores, foi tornado público. Pelo meio, os rumores de que Messi equaciona cada vez uma saída de Camp Nou foram surgindo de forma progressiva, continuada e em crescendo.

Barcelona pagou a empresa que gere “contas-fantasma” nas redes sociais que fez críticas a jogadores

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