O tema pouco ou nada tem a ver com os impactos económicos da pandemia que dominaram a audição ao ministro das Infraestruturas esta quarta-feira no Parlamento. E na qual, Pedro Nuno Santos puxou dos galões de socialista, “nascido e crescido no PS” para justificar porque não aceita que “o Estado esteja a dar a mãozinha a quem não quer meter um tostão na empresa”, sem ficar com uma palavra na gestão. Mas isso foi na TAP. Já no conflito entre estivadores e as empresas portuária de Lisboa, o ministro socialista viu-se comparado ao antecessor no cargo durante o Governo PSD/CDS, Sérgio Monteiro, o responsável político que privatizou a transportadora aérea em 2015.

Empréstimo de 350 milhões não chega para resolver problema da TAP. Se é o povo a pagar, “é bom que seja o povo a mandar”.

A situação laboral no Porto de Lisboa foi trazida à audição ao ministro das Infraestruturas pela deputada do Bloco de Esquerda, Isabel Pires, mas foi com o deputado comunista Bruno Dias que a troca de palavras foi mais acesa.

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