Um dos grandes desafios dos pais é saber como entreter os filhos de forma lúdica e pedagógica. Essa tarefa torna-se ainda mais complicada de gerir numa altura em que as rotinas mudaram. Os dias parecem todos iguais, o teletrabalho é uma prática cada vez mais normal e presente, e o próprio sistema de ensino está a ser remodelado, com aulas por videoconferência ou através da televisão para também superar os problemas colocados por esta conjuntura.

Por si só, esta nova realidade representa mais obstáculos à gestão do tempo dos pais, que têm de apelar ao seu sentido de resiliência para “sobreviver” e vencer um quotidiano marcado e dividido pela responsabilidade laboral, por ajudar os filhos nas tarefas escolares e, obviamente, por guardar ainda tempo para as brincadeiras e diversão em família, principalmente na infância. Também por isso, é importante que os pais percebam a urgência de fortalecer essa última questão, essa ligação direta aos filhos, e que tal não tem de ser uma tarefa árdua, podendo contar com Nesquik como aliado para o concretizar.

A importância de brincar

Além da sua componente puramente lúdica, brincar é também sinónimo de descoberta constante, de explorar novos mundos, e uma tarefa fundamental para consolidar ferramentas essenciais ao bem-estar e desenvolvimento cognitivo, físico, social e emocional. Esta noção é ainda mais pertinente se tivermos em conta que, em situações de normal rotina, as crianças têm cada vez menos tempo livre e para brincar face a uma agenda preenchida, não apenas pela carga escolar, mas também por atividades extracurriculares.

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Nesse sentido, é, por isso, extremamente importante que pais e educadores consigam reservar algum tempo durante o dia para brincar com as crianças, solidificando assim os laços que os unem. Essa filosofia é ainda mais importante nesta conjuntura que vivemos. Torna-se essencial ocupar o tempo livre com brincadeiras saudáveis e pedagógicas, que possam ser feitas na companhia de quem mais gostamos.

Neste artigo, Nesquik recomenda algumas atividades diferentes para fazer em casa e que, em família, ganham ainda mais sentido e contribuem para fomentar e elevar a imaginação das crianças, fortalecendo as ligações entre pais e filhos.

No entanto, a própria ação de brincar pode também ser uma ação bastante saudável se realizada sem companhia.  Ainda que tal, apesar de benéfico para o seu desenvolvimento, não deva ser o padrão normal e/ou exclusivo de brincadeira das crianças, e aconselhar-se sempre a devida supervisão dos adultos para assegurar um contexto seguro e confortável e de o natural e decisivo envolvimento de pais ser estratégia essencial em termos de conexão afetiva e emocional. Apontam-se alguns benefícios quando a criança brinca sozinha. Estes são alguns exemplos:

Fortalece a autoconfiança

A confiança é uma das características mais importantes para encarar os desafios na infância e vida futura. Ao brincar sozinha, a criança potencia a autoconfiança pois, sem ajudas, tenta, e muitas vezes consegue, vencer problemas. Isso ajuda na elaboração de planos e desenvolvimento de capacidade para chegar a uma solução. As crianças podem encontrar formas diferentes de brincarem sozinhas ou de fazerem atividades que as ajudem a ganhar confiança, como plantar um feijão, tal como Nesquik recomenda aqui.

Acentua a aprendizagem

As crianças que brincam sozinhas são mais competentes e assertivas a nível emocional, sendo que essa característica está associada a uma melhor saúde mental. Além disso, o contexto das brincadeiras independentes, como algumas das sugeridas por Nesquik neste artigo, incentiva a aquisição de maior resiliência em termos de concentração, persistência e conclusão de tarefas, o que tem uma influência positiva num melhor desempenho e sucesso escolar.

Infografia: Rita Barata Feyo

Potencia a independência

Ainda que, como já referido, se deva proporcionar e promover a interação com os outros, sejam familiares ou amigos, é importante que a criança aprenda e saiba brincar sozinha, até porque, por vezes, não terá companhia. Assim, ao desenvolver essa capacidade, a criança aprende a fazer uso e a gerir o seu próprio tempo e espaço, sem interferências externas, adquirindo um forte e sólido sentido de independência. Além disso, ao brincar sozinha, a criança ganha outras armas para vencer o tédio, criando a sua diversão, com ritmos e timings próprios.

Ajuda a acalmar

Os dias recheados de brincadeira, na companhia de familiares e amigos, ou um episódio menos feliz, podem produzir algumas alterações de comportamento, seja através da introdução de níveis de excitação mais elevados do que o normal ou aumentando as vagas de ansiedade. Perante isso, uns momentos de entretenimento mais solitários, sem intervenções estranhas ou alheias, e até em silêncio, podem ajudar a relaxar e recuperar a desejada tranquilidade.

Eleva a imaginação

Brincar sozinho faz com que a criança explore a mente e consiga criar cenários divertidos e emocionantes, pois a imaginação não tem limites e permite trabalhar o lado mais criativo. Uma boa forma de potenciar a imaginação das crianças pode ser através das Bolas Nesquik, onde as crianças podem desenhar rostos mais contentes, mais sisudos, mais concentrados, e de diferentes cores!

Brincar sozinho é, de facto, uma atividade muito importante para o desenvolvimento de uma criança, mas é essencial a presença dos pais nas brincadeiras para que tenham um bom crescimento. E estar presente significa estar com eles em todos os momentos possíveis, principalmente nos que pedem descontração e divertimento.

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