A próxima edição do festival Vodafone Paredes de Coura, que vai decorrer de 18 a 21 de agosto do próximo ano, vai ter concertos de bandas e artistas como Pixies, Jarvis Cocker (antigo líder da banda britânica Pulp, que se apresenta agora a solo, com o seu novo projeto Jarv Is), a banda britânica de rock Idles e o grupo Badbadnotgood.

Estes são alguns dos destaques do primeiro leque de confirmações para a edição de 2021, que incluem ainda concertos do rapper britânico Slowthai e da rapper Princess Nokia, da banda de folk-rock Woods e do músico, DJ e produtor musical Sam Shepherd, conhecido como Floating Points.

Alex G, Beabadoobee, Mall Grab, Viagra Boys, Tommy Cash, Squid e Haai são outros dos artistas e bandas confirmados esta quarta-feira pela organização do festival, que promete anunciar mais atuações em breve.

Deste leque de primeiras confirmações, o nome mais sonante é o da banda norte-americana Pixies. Liderada pelo vocalista e guitarrista Black Francis, é um dos grupos mais importantes do rock norte-americano das últimas quatro décadas, tendo editado discos como Surfer Rosa (1988), Doolittle (1989), Bossa Nova (1990) e Trompe Le Monde (1991).

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Depois de uma interrupção longa iniciada em 1993, os Pixies regressaram ao ativo em 2004, tendo editado posteriormente, já sem a baixista e cantora Kim Deal na banda, discos como Indie Cindy (2014), Head Carrier (2016) e Beneath the Eyre (2019).

A edição agendada para este verão, que ficou sem efeito devido à pandemia do novo coronavírus, tinha atuações previstas de Explosions in the Sky, Sudan Archives, Yves Tumor & Its Band, Parquet Courts, Mac DeMarco e Ty Segall & Freedom Band, além de vários dos artistas e bandas que a organização confirmou esta quarta-feira que vão atuar em 2021, como os Pixies, os Idles, os Badbadnotgood e Slowthai e Princess Nokia.

Em maio, em entrevista ao Observador, o diretor do festival, João Carvalho, tinha antecipado a edição ao Observador, prevendo: “Parece-me que vamos conseguir manter grande parte do cartaz e até me parece que a próxima edição será ainda melhor do que esta [que ficou sem efeito], porque há mais oferta de bandas. Isto é, as bandas que estão em digressão em 2020 vão voltar a estar em 2021, porque não podem estar paradas, e depois há as bandas que tinham tours marcadas para 2021, que vão estar na estrada. Vai haver mais oferta e para mim o cenário ideal era manter o cartaz e melhorá-lo”.

João Carvalho: “Gostava muito de fazer alguma coisa no inverno em Paredes de Coura”