“Foi uma tragédia enorme, ninguém está preparado para ir para um jogo de futebol e ver um colega morrer dentro de campo. É verdade que foi para mim o passe, junto ao banco do FC Porto, antes do meio-campo… Antes tinha dado uma cabeçada, chovia, a bola estava pesadíssima. Foi uma cabeçada enormíssima, eu não tinha dado. Eu tinha dado um passo em frente e não tinha dado… Diz-me vai miúdo, vou para a linha e caiu”. Numa entrevista ao Porto Canal, António Oliveira, antigo jogador e treinador campeão pelos azuis e brancos, explicou o que recorda de um dos momentos mais dramáticos dos dragões em 1973, com morte em pleno relvado num dia 13 ao 13.º minuto de Pavão. Ainda hoje, com uma momentânea interrupção pelo meio, o Belenenses SAD homenageia o antigo médio portista, assim como o FC Porto faz o mesmo em relação a outro craque que partiu cedo, Pepe.

FC Porto goleia Belenenses SAD com “chapa 5” e título fica mais perto – pode até chegar na quinta-feira

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