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O PS espera que o nome passe, até porque a lista de dois nomes candidatos ao Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) é conjunta PS/PSD, mas Luís Patrão (o nome indicado pelo PS) tem um histórico e presente vincadamente socialista, de “um certo PS”, como diz um deputado, o que está a levantar dúvidas à direita deixando em aberto a sua validação esta sexta-feira pelo Parlamento. Se o nome chumbar, Patrão garante ao Observador que não irá a uma segunda ronda, mas também assegura ter “condições” para integrar o órgão que fiscaliza as secretas. “Estou tranquilo”, diz.

É atualmente administrador da ANA e não deixará o cargo se for eleito, invocando o que consta na lei quadro deste órgão e que prevê que o eleito tenha cumulativamente com o mandato no Conselho de Fiscalização cargos, funções e atividades públicas e privadas. O cargo que desempenha na ANA é não executivo e garante ao Observador que “se houver algum impedimento” terá de “pedir escusa ou até renunciar ao cargo”. No entanto, não prevê que isso possa acontecer, diz, depois de ter estudado a legislação e a natureza das funções a que se candidata: “Estudei o assunto e não há nenhuma forma de resultar uma ordem do Conselho de Fiscalização [para as secretas], tem outra lógica de comando que não passa por aqui”.

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