Em contagem decrescente desde sábado à noite para a grande final da Liga dos Campeões, entre o PSG e o Bayern de Munique, os adeptos do clube francês foram ocupado diferentes pontos da cidade —  com o advogado distanciamento social a deixar muito a desejar num momento de euforia como este.

O principal ponto de encontro foi o estádio Parque dos Príncipes, onde foram instalados dois ecrãs para que pudesse ser acompanhada a partida disputada em Lisboa. Seguindo as regras em vigor nos jogos em França desde meados de julho, é permitida a entrada a 5 mil pessoas, sendo obrigatório o uso de máscara para o acesso e pedido o devido distanciamento. Uma medida que, a avaliar pelas imagens e vídeos que foram chegando às redes sociais ao longo desta tarde/noite de domingo, esteve longe de conseguir ser cumprida.

De resto, antes mesmo do pontapé de partida, já o ambiente em redor do estádio gerara tensão, com o incidente a obrigar as autoridades a intervir, tentando afastar os adeptos, que chegaram a tentar derrubar as barreiras de segurança. A polícia, conta o L’Equipe, chegou mesmo a recorrer a gás lacrimogéneo para dispersar o grupo.

Ainda na noite de sábado, o grupo Collectif Ultras Paris, que reúne diferentes claques organizadas do PSG foi aquecendo os ânimos dispondo várias faixas alusivas ao clube pelos principais pontos turísticos da cidade, da Torre Eiffel ao Louvre, passando ainda pelas basílicas de Notre-Dame e Sacré-Couer, de onde surgem mais vídeos captados na famosa escadaria.

Depois da derrota frente aos alemães, o ambiente nas principais artérias da capital francesa continuava intenso.