A Universidade de Évora (UÉ) suspendeu as aulas presenciais na academia, a partir de quinta-feira, por terem sido reportados “diversos casos” de alunos e professores com resultados positivos para o SARS-CoV-2, revelou esta quarta-feira a instituição.

A suspensão das atividades letivas presenciais, entre quinta-feira e o início das férias de Natal, agendado para a próxima segunda-feira, foi decidida esta quarta-feira pela reitora da UÉ, Ana Costa Freitas, revelou a instituição de ensino superior, em comunicado enviado à agência Lusa.

“Nesta última semana, têm sido reportados diversos casos de estudantes e docentes com resultados positivos para o SARS-CoV-2″, comunicou a reitora numa informação interna, à qual alude o comunicado enviado à Lusa.

Segundo a UÉ, a suspensão das aulas é “uma medida adicional a fim de evitar um maior número de casos”.

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Fonte da UÉ disse à Lusa que o número de casos existentes na universidade de infeção pelo novo coronavírus, que provoca a doença Covid-19, só vai ser divulgado na sexta-feira, quando for conhecido o relatório epidemiológico desta semana na instituição.

Na comunicação interna da reitora, à qual a Lusa teve acesso, Ana Costa Freitas indicou que, “a fim de evitar uma disseminação acelerada/descontrolada” dos casos de infetados com o SARS-CoV-2, o “que ninguém pretende”, as aulas vão ser lecionadas, até às férias de Natal, através da Internet, com recurso à plataforma Zoom.

As aulas que não puderem ser ministradas online “deverão ser repostas, oportunamente, em data e horário a combinar entre estudantes e docentes”, alertou ainda Ana Costa Freitas.

“Os diretores das escolas deverão reportar estas alterações assim que possível”, disse ainda a reitora.

O anterior relatório epidemiológico na universidade, referente à semana passada, deu conta de oito novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2, mas não é indicado o total acumulado, segundo disse à Lusa fonte da academia.

Portugal contabiliza pelo menos 5.815 mortos associados à Covid-19 em 358.296 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).