Entre as muitas afirmações de Meghan Markle na entrevista concedida a Oprah Winfrey, uma acionou mais alarmes do que outras. Na conversa com a apresentadora norte-americana, a duquesa de Sussex comentou que ela e Harry optaram por casar três dias antes da grande cerimónia que ocupou a Capela de São Jorge, em Windsor. “O espetáculo foi para o mundo, mas quisemos que a união fosse para nós”, afirmou, adiantando que o casal juntou-se apenas ao Arcebispo da Cantuária nos jardins da Nottingham Cottage, onde então vivia. “Casámos três dias antes do casamento. Ninguém sabe disso”, disse ainda.

O facto de não haver testemunhas levantou de imediato suspeitas sobre a legalidade da cerimónia dada a declaração de Meghan. O burburinho na imprensa internacional pareceu ficar esclarecido neste artigo do The Telegraph, que, citando fontes da Igreja de Inglaterra e entre aqueles que trabalham para os Sussex, explica que este não foi um casamento legal, antes uma troca de votos intimista. Agora, um porta-voz dos Sussex veio pôr os pontos nos is, ao esclarecer esta segunda-feira ao The Daily Beast que “o casal trocou votos pessoais uns dias antes do seu casamento oficial/legal a 19 de maio”.

“Casamento secreto” de Harry e Meghan foi uma “troca de votos” e não tem validade legal

A afirmação de Meghan causou bastante polémica, até porque, de acordo com as regras da Igreja de Inglaterra, um casamento deve ser celebrado por um membro do clero numa igreja ou num local com uma licença especial, tal como uma catedral, uma capela ou um hospital, e tem de obrigatoriamente acontecer na presença de duas testemunhas. A admissão ao jornal já citado surge após o britânico The Sun ter obtido a certidão de casamento dos Sussex – o tabloide pagou 42 libras para obter uma cópia, a qual confirma que o casal casou no dia 19 de maio de 2018 no Castelo de Windsor.

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