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Uma “oportunidade única” e um “ponto de viragem” que terá “muitíssimo pouco tempo” para ser concretizado. O primeiro-ministro dedicou a sua manhã a contrariar um dos principais argumentos da oposição contra o Plano de Recuperação e Resiliência (“um debate da ficção”), puxando pelas verbas que serão dedicadas às empresas e insistindo que essas mesmas empresas não podem ficar “paradas”, começando desde já a preparar as suas candidaturas para receber verbas.

Na inauguração da 55ª Capital do Móvel, uma feira de mobiliário e decoração que acontece este ano em Lisboa, António Costa fez questão de se dirigir assim aos empresários para garantir que o PRR tem mesmo uma parcela relevante dedicada ao tecido empresarial: “Sei que têm ouvido muitas vezes que é sobretudo a Administração Pública que vai ter de executar (o PRR). Espero que não acreditem nisso e não fiquem parados, porque estas verbas que referi não são mesmo para ser utilizadas pela Administração Pública, não podem mesmo ser. Ou são usadas pelas empresas ou são perdidas”, avisou.

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