É mais uma contradição a envolver o discurso dos Sussex, e de novo saída da polémica entrevista que concederam a Oprah. Depois de Harry ter afirmado que a família real tinha “literalmente cortado o financiamento” no primeiro trimestre de 2020 — soube-se entretanto que afinal o príncipe Carlos continuou a apoiar os Sussex até ao verão desse ano — agora Page Six avança que Meghan Markle já estaria a trabalhar no projeto dos duques para a Netflix, com David Furnish, muito antes do casal se despedir de Inglaterra, ainda durante o ano de 2018.

A confirmar-se estas “conversações ativas” entre a duquesa e a plataforma de streaming, enquanto Meghan se mantinha como membro sénior da família real britânica em plenas funções, trata-se de mais um passo em falso da dupla. Em março, na referida conversa com Winfrey, Harry insistia que nunca tinham pensado em colaborar com plataformas como a Netflix ou o Spotify até ao seu mediático afastamento do clã e à partida para os EUA, no começo do ano 2020. Os chorudos acordos firmados, apenas após a sua chegada à Califórnia, de acordo com o príncipe, “nunca estiveram nos planos”. O príncipe revelou ainda que a sua subsistência dependera da herança deixada pela sua mãe, Diana. “Tenho o que a minha mãe me deixou, e sem isso não teríamos conseguido fazer isto”, desabafou.

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Na entrevista, Harry explicaria que a hipótese das plataformas foi uma sugestão de um amigo, já em tempo de pandemia. “Que tal os serviços de streaming?”, recordou, enquanto Meghan acrescentava “Realmente nunca tínhamos pensado nisso antes”, confissão que afinal de contas poderá não corresponder à verdade.

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Segundo o Page Six, a série para a Netflix era apenas um dos projetos que Markle abraçou ainda em solo britânico, juntando-se a esta lista o seu livro de culinária com pendor solidário e a edição da capa da Vogue.