A Guiné-Bissau assumiu este domingo, pela primeira vez, a presidência rotativa da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), informou, em comunicado divulgado à imprensa, a Presidência guineense.
A Guiné-Bissau acaba de fazer história. Pela primeira vez, pela mão de Sua Excelência o Presidente da República, general Umaro Sissoco Embaló, o nosso país conquista a presidência em exercício da CEDEAO”, pode ler-se no comunicado.
A decisão foi tomada durante a cimeira de chefes de Estado e de Governo da CEDEAO, que decorreu este domingo em Acra, no Gana.
“A Guiné-Bissau consegue assim um feito inédito, graças à indiscutível magistratura de influência do Presidente da República. Desde a criação da CEDEAO em 1975, jamais um país lusófono presidiu esta organização”, salienta o comunicado.
Além da Guiné-Bissau também Cabo Verde integra a CEDEAO.
“O Presidente Umaro Sissoco Embaló terá agora em mãos os dossiês sobre a crise política na sub-região, sobretudo no Mali, Burkina Faso e Guiné-Conacri, mas também desafios da segurança, caso da vaga de terrorismos. Terá ainda por tarefa concluir a implementação das reformas em todas instituições da CEDEAO”, acrescenta o comunicado.
António Costa felicita líder da Guiné-Bissau por assumir presidência da CEDEAO
O primeiro-ministro, António Costa, felicitou este domingo o Presidente da República da Guiné-Bissau por assumir a liderança da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).
“Felicito calorosamente o Presidente da República da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, pela sua eleição como presidente da CEDEAO”, afirmou António Costa, numa publicação na sua conta oficial da rede social Twitter.
Felicito calorosamente o Presidente da República da Guiné-Bissau, @USEmbalo, pela sua eleição como Presidente da #CEDEAO, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental. É a primeira vez que um líder de um país lusófono assume a presidência desta organização.
— António Costa (@antoniocostapm) July 3, 2022
O primeiro-ministro português destacou ainda que esta é “a primeira vez que um líder de um país lusófono assume a presidência desta organização”.