Na estreia no Mundial do Qatar, enquanto defensora do título e a defrontar um adversário teoricamente inferior como a Austrália, França tinha tido o maior aviso de todos logo no primeiro jogo do dia: a derrota da Argentina contra a Arábia Saudita. Os três pontos desta terça-feira eram cruciais num Grupo D onde Tunísia e Dinamarca já tinham empatado sem golos e uma escorregadela obrigaria a matemática desnecessária.

Tudo isto no contexto da seleção que, muito provavelmente, foi a mais castigada com lesões na antêcamara do Campeonato do Mundo. O Senegal perdeu Mané, a Alemanha perdeu Reus e Werner, Portugal perdeu Jota e Neto e Espanha perdeu Gayà — França perdeu Pogba, Kanté, Nkunku e Benzema. Ou seja, dois campeões do mundo, o melhor marcador da Bundesliga e o melhor jogador do mundo. Contra a Austrália, era preciso mostrar que o azar tinha ficado à porta do relvado.

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