Se no caso de António Nobre na meia-final entre Sporting e FC Porto havia estreia em jogos grandes, João Pinheiro, de 37 anos, chegava quase de forma natural à decisão da Taça da Liga entre leões e Benfica, levando já no currículo mais de uma dezena de dérbis e/ou clássicos e duas finais da competição, ambas entre verde e brancos e dragões com triunfos para lados diferentes em 2019 e 2022. Agora chegava a terceira final.
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Não sendo um dérbi com grandes despiques individuais com ânimos mais exaltados como já aconteceu em vários casos, acabou por ser uma final com vários lances a gerar polémica na área, além de uma jogada em que se ficou a pedir expulsão com vermelho direto de Maxi Araújo. Ao todo, foram cinco lances nas grandes áreas de Sporting e Benfica, com apenas uma grande penalidade assinalada e convertida por Gyökeres numa decisão que seguiu para desempate por penáltis e foi resolvida para as águias à 14.ª tentativa.
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Os dois lances que mais protestos motivaram chegariam nos derradeiros cinco minutos da primeira parte: primeiro uma falta de Florentino Luís sobre Maxi Araújo na área do Benfica, com João Pinheiro a assinalar falta e o VAR a confirmar a grande penalidade, e depois um lance entre Maxi Araújo e Otamendi, com o ala uruguaio a atingir o central com o braço e a ver amarelo com pedidos de expulsão dos encarnados.
Se a primeira parte terminou com um lance a motivar muitos protestos, o segundo tempo teve um início com contornos semelhantes depois de um lance a envolver João Simões na área do Sporting, os jogadores e todo o banco do Benfica ficaram a protestar uma grande penalidade do jovem médio por corte com o braço, algo que o VAR não entendeu (daí que não tivesse avisado João Pinheiro). Houve também um lance em que Álvaro Carreras viu amarelo após ter empurrado Hjulmand e Diomande junto da linha de fundo.
Até ao final, as duas equipas iriam ainda protestar lances nas duas áreas, ainda que sem grande intensidade mas de formas diferentes: Tomás Araújo desviou um remate de Quenda para bater ainda em António Silva mas com João Pinheiro a mandar seguir de pronto antes de ouvir sequer o VAR, Diomande discutiu um lance com Di María mas o árbitro interpretou como lance corpo a corpo e o VAR também não deu indicação.