Uma jovem estudante italiana a fazer Erasmus em Portugal queixou-se de ter sido violada na madrugada deste domingo junto à sua residência, na zona do Martim Moniz, em Lisboa, por dois ou três homens, segundo a Polícia Judiciária.

Fonte da Polícia Judiciária (PJ) disse à agência Lusa que o caso foi reportado pela PSP, que recebeu a queixa e tomou conta da ocorrência, fazendo depois o caso transitar para a PJ para investigação.

A mesma fonte confirmou tratar-se de uma jovem italiana a estudar em Portugal e que após ter saído de uma viatura TVDE foi atacada ao dirigir-se a pé para a sua habitação, na zona do Martim Moniz. O crime terá ocorrido cerca das 4h00 deste domingo. Uma outra fonte policial disse à Lusa que a alegada agressão e violação ocorreu nas Escadinhas da Saúde, na zona do Martim Moniz.

De acordo com o Correio da Manhã, as autoridades tiveram conhecimento da situação cerca de nove horas depois de a alegada violação ter ocorrido. A jovem deslocou-se à esquadra da PSP da Rua da Prata pelas 13h00, tendo apresentado queixa formal de violação.

A jovem foi transportada para o Hospital de São José, em Lisboa, para despiste da situação e para assistência médica hospitalar. Segundo a SIC Notícias, tem 23 anos e após exames feitos no hospital haverá indícios de que terá existido agressão sexual.

O Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP escusou-se a avançar pormenores sobre este caso, alegando que o mesmo está na alçada da Polícia Judiciária.

Líder do Chega diz que Portugal não pode”continuar a receber imigrantes”

André Ventura foi um dos primeiros líderes políticos a falar sobre este caso nas redes sociais. No X, escreveu que “uma mulher foi violada no Martim Moniz por três indostânicos”. Partilhou uma captura de ecrã de uma notícia do Folha Nacional, o jornal do Chega, onde é mencionada a nacionalidade dos supostos autores. Até agora, o Comando Metropolitano de Lisboa não avançou detalhes sobre esta questão.

“Isto tem de parar. Não podemos continuar a receber imigrantes de países ou culturas em que as mulheres são simples objetos para escravidão doméstica ou sexual”, continuou Ventura.

(Atualizada com mais informação às 21h47)