Virginia Guiffre, mulher que acusou o príncipe André, do Reino Unido, de abuso sexual em 2021, revelou no seu Instagram que tem apenas “quatro dias de vida” na sequência de um acidente de viação. A vítima confirmou sofrer de insuficiência renal devido às complicações associadas ao episódio.
Não partilhou grandes detalhes sobre o que aconteceu na estrada, revelando apenas ter colidido com um autocarro escolar que circulava a “110 km/h”. Na publicação, refere que foi transferida para um “hospital especializado em urologia” depois do diagnóstico, e que está “pronta para ir”.
“Estou pronta para ir, mas só depois de ver os meus bebés pela última vez, mas sabem o que se diz sobre os desejos. M**** numa mão e desejo na outra e garanto que vai continuar a ser m**** no final do dia”, escreveu na rede social, acompanhada por uma fotografia dos hematomas na sua cara.
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Em 2021, Virginia alegou, em processo civil, que o multi milionário norte-americano Jeffrey Epstein a forçou a ter relações sexuais com o segundo filho da Rainha Isabel II, o príncipe André, em pelo menos três ocasiões diferentes, quando era menor de idade — Virginia tinha 17, André 41. Em 2022, os dois chegaram a um acordo fora de tribunal, de acordo com a SkyNews, que incluiu um “donativo substancial” à instituição de solidariedade social de Virginia Giuffre, de apoio às restantes vítimas de abuso neste caso.
André sempre se afastou da acusação de Virginia, dizendo que “não tinha memória de a ter conhecido” e recusou qualquer episódio de abuso sexual. No processo, a mulher descreve ter sido “ameaçada implícita ou explicitamente por Epstein, [Ghislane] Maxwell e/ou André” para se envolver com o membro da família real britânica, receando ver “repercussões” graves — morte, agressão e outras — após negar a vontade deste trio com “associações poderosas, riqueza e autoridade”.