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Incêndios. Empresa Águas da Covilhã assume despesa com água gasta no combate

Este artigo tem mais de 1 ano

A ADC irá suportar a água utilizada pela população, bem como a utilizada pelos bombeiros voluntários no combate às chamas. Munícipes das freguesias mais afetadas irão receber um crédito.

Um bombeiro combate as chamas durante um incêndio no vale glaciar de Beijames, Covilhã, 9 de agosto de 2022. Este incêndio que deflagrou no sábado na localidade de Garrocho, no concelho da Covilhã (Castelo Branco), continua ativo e está a ser combatido por mais de 580 operacionais. MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA
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▲Este incêndio deflagrou em Arganil, distrito de Coimbra, e estendeu-se também aos concelhos de Pampilhosa da Serra e Oliveira do Hospital, Seia e Covilhã, Castelo Branco e Fundão

MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA

▲Este incêndio deflagrou em Arganil, distrito de Coimbra, e estendeu-se também aos concelhos de Pampilhosa da Serra e Oliveira do Hospital, Seia e Covilhã, Castelo Branco e Fundão

MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA

A Águas da Covilhã (ADC) não vai cobrar o valor referente à água gasta no combate direto aos incêndios que lavraram na Covilhã, anunciou a empresa.

“Esta medida, em vigor desde o incêndio de grandes proporções ocorrido no ano de 2017, tem como objetivo evitar que os utilizadores saiam prejudicados com o aumento do consumo de água, quando prestaram um serviço público e evitaram danos maiores ao combater as chamas”, explicou a empresa, numa nota publicada na sua página da rede social Facebook.

A ADC irá suportar também “todos os custos inerentes ao consumo de água” fornecida aos bombeiros voluntários da Covilhã no combate aos incêndios.

A empresa informou ainda que os utilizadores visados devem entrar em contacto com os serviços da empresa, através dos balcões de atendimento ou dos meios de contacto disponíveis na sua página na Internet, em www.aguasdacovilha.pt.

A ADC manifestou a sua solidariedade com todos os munícipes das freguesias mais afetadas, que tiveram de recorrer à rede de abastecimento de água para se protegerem, pelo que, em articulação com a Câmara Municipal da Covilhã, “entendeu proceder ao crédito do consumo de água excedente e das respetivas taxas”.

Esse crédito será efetuado tendo por base a avaliação dos consumos de cada utilizador.

Este incêndio deflagrou no dia 13, em Arganil, distrito de Coimbra, e estendeu-se também aos concelhos de Pampilhosa da Serra e Oliveira do Hospital (distrito de Coimbra), Seia (Guarda) e Covilhã, Castelo Branco e Fundão (Castelo Branco).

Segundo dados oficiais provisórios, até 23 de agosto arderam cerca de 250 mil hectares no país, mais de 57 mil dos quais só no incêndio que teve início em Arganil.

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