1241,5kWh poupados 1241,5 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Amber Valleta recupera (e reivindica) vestido Versace imortalizado por J-Lo em 2000

Este artigo tem mais de 6 meses

O vestido responsável pela criação do Google Images fez um regresso na passadeira vermelha dos CFDA Awards na modelo que o usou pela primeira vez na passerelle, em 1999.

14 fotos

Em 2000 Jennifer Lopez apareceu na gala dos Grammy Awards num vestido Versace verde com padrão de folhagens e um decote abaixo do umbigo que não foi só sucesso na passadeira vermelha — o frenesim foi tanto que o então recém criado Google precisou de inventar uma forma de se conseguir pesquisar por imagens do look da cantora. 25 anos depois, Amber Valleta parece reivindicar a peça: foi a modelo que a usou pela primeira vez na passerelle, ainda em 1999, e que agora volta a exibir o modelo na red carpet dos prémios do Council of Fashion Designers of America (CFDA), esta segunda-feira, 3 de novembro.

Valleta chegou com o vestido original ao Museu de História Natural, em Nova Iorque, na companhia de Donatella Versace. Em 2023, ao recordar o sucesso da peça numa entrevista à Vogue, a manequim destaca que o modelo representa “o auge da sensualidade feroz da Versace”. “Ninguém jamais havia saído assim; ninguém jamais havia mostrado tanta pele na parte da frente, abaixo do umbigo. Acho que foi um momento à frente do seu tempo”, disse ainda, sobre como Jennifer Lopez apostou na criação. Entretanto, foi mesmo Valleta que a usou primeiro, cinco meses antes da pop star. De recordar que em 2019 J-Lo desfilou com uma recriação em Milão, para celebrar os 20 anos do lançamento da peça.

GettyImages-2244873032

▲ Amber Valetta e Donatella Versace

Getty Images

O vestido verde roubou as atenções, mas houve espaço para outros destaques neste evento de prémios que celebra os criadores de moda norte-americanos. Rihanna fez o seu regresso às red carpets após ter sido mãe de uma menina em setembro num fato Alaïa, uma versão modernizada dos modelos inspirados na década de 1930, em preto e branco, que à Marie Claire disse ser um look “intemporal, chique e pós-parto”. A cantora não vai à gala desde 2014 — este ano acompanha A$ap Rocky, o vencedor do prémio Fashion Icon, que escolheu um visual todo Chanel. Já Lily Allen optou por uma espécie de “revenge dress”, depois da separação polémica de David Harbour (que agora enfrenta acusações por parte da atriz Millie Bobby Brown). A cantora surgiu com um top bandeau em seda creme, em que a barriga fica toda à mostra, que combinou com uma saia e um quimono volumosos, todas peças de Colleen Allen.

O prémio de designer do ano de roupa feminina ficou com Ralph Lauren, o designer de 86 anos que continua a criar para a sua marca homónima. Já Thom Browne ficou com o prémio na categoria masculina — e assinou os quatro fatos usados pela apresentadora da noite, Teyana Taylor. Já o prémio de designer emergente do ano ficou com Ashlyn Park, criadora natural da Coreia do Sul mas baseada em Nova Iorque.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.