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Alexandre Borges

Colunista

Artigos publicados

Comportamento

Deixem jogar a Sweeney

O indivíduo, protagonista da sua própria história, escolhe porque gosta ou não gosta, porque é o que lhe apetece, porque não tem de estar sempre a salvar o mundo.
11 de Setembro

O século que nos prometeram

Bin Laden não criou o século XXI, apenas expôs a fragilidade do mundo construído desde o pós-guerra; afinal, bastava o ódio ou fanatismo de um só homem para pôr tudo em causa.
Ministério Administração Interna

Um homem que não era o ministro da Administração Interna

Este homem acerca do qual uma das poucas certezas é que não se tratava do ministro da Administração Interna conseguiu, por instantes, ser notícia. Não é coisa pouca.
Inteligência Artificial

A quem rezam os robôs quando precisam de ganhar?

Em que família pensarão? Por e para quem correrão? Se lhes faltarem as forças? Mesmo que Deus não exista, como suplantar aquela espécie de super-poder que a fé e a esperança desbloqueiam nos humanos?
Redes Sociais

Segues esta conta desde que est@ gaj@ pediu para te seguir

Deixar de seguir, fazer “unfollow” ou “dessubscrever” podem ser dos mais lúcidos gestos contemporâneos, mas aplicam-se como defesa do cidadão inundado por coisas que não subscreveu
Eclipse

Contra o eclipse

Os antigos atribuíam aos eclipses um sem-número de significados, quase todos de mau presságio ou desgraça iminente; hoje, em princípio, limitamo-nos a interessar pela raridade do fenómeno astronómico.
País

O português que veio do futuro

Imagine-se um português sem compaixão, fanfarronice, fome, saudade – ainda será um português?
Comportamento

Como é barulhenta a felicidade em 2026

Já não sabemos estar no silêncio. Não conseguimos ser. Ouve-se demasiado o nosso vazio. Fica demasiado espaço para o pensamento.
Trabalhadores

Deixem o Luís ir de férias

É indiferente se está tudo melhor ou pior; temos é de dar o ar de sermos muito seriozinhos, muito trabalhadores, muito sofredores.
Ministério Administração Interna

A piscina

O pudor do ministro mostra isso mesmo: ele sabia que, a partir do momento em que se percebesse o que mandara realmente fazer, caía em desgraça.
Filosofia

Se eles pensam e logo existem

Foram os grandes modelos de linguagem a surpresa com que ninguém contava e que haveria de colocar o filósofo de regresso ao centro desta ágora inesperada.
Alterações Climáticas

Do efeito do degelo nas calotas do terraplanista

Às vezes, até este escriba pessimista acredita que, um dia, a mesma inteligência artificial que, hoje, as faz acelerar, nos ajudará a encontrar solução para as alterações climáticas
André Ventura

O novo educador da classe operária

O populista é o comunista sem o mesmo jeito para a música. A utopia que vende não é muito diferente daquela URSS que era o Sol da Terra.
Futebol

A selecção que ganhou e perdeu

O futebol, soccer, desporto-rei ou, simplesmente, “o jogo bonito”, é de tal forma o espelho de um país que basta olhar para a evolução da nossa selecção.
Pessoas

O melhor dos fins do mundo possíveis

Há um mundo que ainda existe, que ainda se interessa por filosofia, por pintura, pelos cinemas de rua, pela verdade, o que quer que ela seja, por aquilo de que pode ser capaz o engenho humano.
Cristianismo

Nosso senhor das sardinhas e do esquecimento

O Corpo de Deus é o pária dos feriados. Aquele amigo do amigo, simpático, mas de que nunca ninguém sabe o nome.
Política

Os 100 anos que ninguém notou

O ponto mais interessante de observar no 28 de Maio de 1926 e que nos deveria fazer pensar hoje é que ele se deu sem resistência, praticamente a pedido.
Museus

Um museu para as monas lisas

Pode ser que Paris tenha entendido que era mais fácil aceitar a realidade, assumi-la e libertar o restante museu para quem, verdadeiramente, dele quer usufruir. Mas é também uma rendição.
Futebol

O incrível caso da bola animista

Não era o árbitro, nem a trave, nem os jogadores, nem o vento: era a bola, uma bola conspirativa. Uma bola com um plano, desde o início.
Eutanásia

Uma lei nem viva nem morta

O diploma esbarrou no Tribunal Constitucional, que chumbou algumas normas, e o governo deixou-o estar, adormecido, entre os pingos da chuva.

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