Os CTT receberam autorização para aumentar os preços em 6,2% do correio abrangido pelo serviço universal a partir de dia 2 de fevereiro de 2026.

O despacho do Ministério das Infraestruturas e Habitação foi publicado esta sexta-feira em Diário da República. “Pela análise da Anacom, os preços notificados pelos CTT resultam numa variação média anual de preços de 6,20%, estando em conformidade com a variação máxima anual de preços para 2026″, resultante do Convénio de Preços.

Assim, para o serviço de correio normal uma carta com peso até 20 gramas terá um aumento de 4 cêntimos, passando a 0,73 euros.

A proposta dos CTT foi, assim, aceite e com isso o Governo aprova “os preços a praticar nos serviços postais que integram a oferta do serviço universal, notificados pelos CTT em 21 de outubro de 2025, a praticar a partir de 2 de fevereiro de 2026”, lê-se no despacho.

Para a formação dos preços entram fatores como inflação, tráfego postal, custos e eficiência. Os CTT têm suportado os custos com o serviço universal, tendo João Bento avisado que o Orçamento pode vir, depois de 2028, a ser chamado a financiar parte desse serviço. O contrato de concessão em vigor termina a 31 de dezembro de 2028 e os CTT já estão a preparar o próximo passo.

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