A sétima edição do prémio Centro PINUS de Jornalismo Florestal distinguiu dois trabalhos publicados no Observador durante o ano que passou. A cerimónia de entrega decorreu esta quinta-feira, no restaurante do Clube de Jornalistas, em Lisboa.

O júri decidiu, por unanimidade, distinguir seis trabalhos e atribuir quatro menções honrosas nas categorias de “Cobertura Diária/Jornalismo de Atualidade” e “Grande Reportagem/Jornalismo de Investigação”, como menciona uma nota de imprensa enviada pelo centro.

No caso do Observador, na primeira categoria, o jornalista João Francisco Gomes recebeu o terceiro prémio pelo artigo “Plantas raríssimas que não são só mato, a floresta preciosa e uma descoberta por publicar. Como o fogo fustigou a biodiversidade na Madeira”. Como a nota explica, este trabalho “aborda o impacto dos incêndios de 2024 na biodiversidade da Floresta Laurissilva, particularmente, nos endemismos da ilha da Madeira”.

Já na segunda categoria o terceiro prémio coube a Celso Paiva Sol, autor do programa de rádio e podcast publicado no Observador “Não é se, é quando – ‘É impossível acabar com o flagelo dos incêndios?’”, num episódio que ” aprofunda as questões relacionadas com os incêndios rurais, políticas públicas e propostas de especialistas para reduzir a vulnerabilidade do país”.

Na primeira categoria, o primeiro prémio foi conquistado pela jornalista Daniela Santiago, da RTP, pela reportagem “O valor do carbono”, e o segundo lugar foi para a jornalista Sofia Fernandes, pela reportagem da TVI “Os resineiros estão de volta a Portugal”. Quanto à segunda categoria, o primeiro prémio foi atribuído a Emanuel Boavista, da RTP, pela reportagem “Fundos não chegam à floresta”, transmitida no programa Prova dos Factos, e o segundo a Teresa Silveira pelo artigo “Uma revolução silenciosa na floresta”, publicado no suplemento P2 do jornal Público.

A sétima edição do prémio recebeu no total 61 candidaturas, submetidas por 41 jornalistas de 23 órgãos de comunicação. O prémio foi criado em 2011 e é atribuído em parceria com o Sindicato dos Jornalistas, visando “distinguir os jornalistas e os trabalhos que contribuem para um maior conhecimento da sociedade sobre a floresta portuguesa”.