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Portugal defende a designação da Guarda Revolucionária Iraniana como organização terrorista pela União Europeia, afirmou esta terça-feira no Parlamento, o ministro dos Negócios Estrangeiros, que afastou o corte de relações diplomáticas com o Irão.
“Portugal defendeu claramente o reforço das sanções (a Teerão) e a qualificação da Guarda Revolucionária como organização terrorista”, afirmou Paulo Rangel, durante uma audição na comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas.
O chefe da diplomacia portuguesa indicou que o Governo aguarda a posição de outros membros da UE, referindo que “a grande maioria está nesta posição”.
As medidas do bloco europeu surgem como resposta à intensificação da repressão, pelas autoridades iranianas, dos protestos em curso há mais de três semanas, e que já causou milhares de mortos.