Foi libertado Pedro Fernández, cidadão luso-venezuelano que estava detido desde outubro na Venezuela, por razões políticas.
A informação foi avançada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, que escreveu na sua conta do X que “continuará a envidar todos os esforços político-diplomáticos para a libertação dos cidadãos detidos na Venezuela”.
O Governo saúda a libertação do cidadão luso-venezuelano Pedro Fernandez, detido desde outubro último. Ao próprio e à família, a solidariedade dos portugueses.
???????? continuará a envidar todos os esforços político-diplomáticos para a libertação dos cidadãos detidos na Venezuela.
— Negócios Estrangeiros PT (@nestrangeiro_pt) February 1, 2026
Pedro Fernández é médico e filho de pai madeirense. O Observador sabe que estava detido por razões políticas, ligadas à sua atividade próxima da oposição ao regime de Nicolás Maduro nas redes sociais.
De acordo com o Diário de Notícias da Madeira, Fernández terá estado detido numa situação de violação dos seus direitos de defesa, tendo estado mais de 80 dias detido sem decisão judicial e com os pedidos apresentados pela defesa a serem rejeitados. O mesmo jornal declara que a família sublinhou a necessidade de ter acompanhamento médico, por ser sobrevivente de um cancro gástrico.
A CNN avança que o luso-venezuelano já está junto da família.
Esta é a segunda libertação de um prisioneiro português que estava detido, depois de Carla da Silva ter saído em liberdade na semana passada. Segundo a TVI, haverá ainda outros seis presos políticos de origem portuguesa que estão atualmente detidos na Venezuela.