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Comboios da Linha de Cascais voltam a circular em horário normal

Este artigo tem mais de 6 meses

Depois de ter sido retomada a circulação em via dupla na quarta-feira com alterações de horários, a Comboios de Portugal anuncia regresso à normalidade na ligação Cascais-Cais do Sodré.

Um comboio parado na Estação de Santa Apolónia durante a greve de trabalhadores da Infraestruturas de Portugal, em Lisboa, 2 de julho de 2021. Os trabalhadores exigem aumento de salários, o cumprimento integral do clausulado do Acordo Coletivo de Trabalho, a negociação coletiva, a atualização do valor do subsídio de refeição e a integração do abono de irregularidade de horário no conceito de retribuição. MÁRIO CRUZ/LUSA
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▲Comboio Internacional Celta será realizado normalmente

MÁRIO CRUZ/LUSA

▲Comboio Internacional Celta será realizado normalmente

MÁRIO CRUZ/LUSA

Os comboios da Linha ferroviária de Cascais, no distrito de Lisboa, vão circular esta sexta-feira no horário normal, depois de ter estado com constrangimentos na sequência do mau tempo das últimas semanas, segundo a CP.

Na sequência do mau tempo das últimas semanas em Portugal continental, a circulação de comboios na Linha de Cascais tinha sido retomada em via dupla na quarta-feira e estava a ser feita com alterações nos horários.

Numa nota divulgada na rede social Facebook, a CP – Comboios de Portugal informa também que o Comboio Internacional Celta será realizado normalmente, sem o transbordo rodoviário que se efetuava nos últimos dias no percurso Valença – Vigo – Valença.

De acordo com a CP, persistem ainda condicionamentos na circulação ferroviária na Linha da Beira Baixa, que continua suspensa, realizando-se apenas comboios Regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes.

A circulação continua também suspensa na Linha do Douro, entre Régua e Pocinho e na Linha do Oeste.

Os Comboios Urbanos de Coimbra estão a circular entre Coimbra-B-Alfarelos-Coimbra-B.

Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou a 15 de fevereiro.

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