1241kWh poupados 1241 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Países Baixos já podem usar o Full Self-Driving da Tesla sem mãos

Este artigo tem mais de 6 meses

Os Países Baixos são o primeiro país europeu a homologar a utilização do Full Self-Driving da Tesla, o sistema de condução autónoma que exige supervisão, mas sem mãos. O resto da Europa vem a seguir?

Após 18 meses de testes, em pistas de ensaio e depois na via pública, os Países Baixos legalizaram a utilização do FSD da Tesla. Consideram-no um sistema de condução autónoma supervisionado
i

▲Após 18 meses de testes, em pistas de ensaio e depois na via pública, os Países Baixos legalizaram a utilização do FSD da Tesla. Consideram-no um sistema de condução autónoma supervisionado

▲Após 18 meses de testes, em pistas de ensaio e depois na via pública, os Países Baixos legalizaram a utilização do FSD da Tesla. Consideram-no um sistema de condução autónoma supervisionado

Depois de 18 meses de aprofundados testes por parte da RDW, a entidade que gere homologações e sistemas de segurança dos veículos na antiga Holanda, a mais recente versão do sistema Full Self-Driving (FSD) da Tesla foi aprovada para utilização na via pública sem restrições, ou seja, sem exigir que o condutor circule com as mãos no volante, mas obrigando-o a estar atento e pronto a assumir o comando. Isto significa que, em caso de acidente, é o condutor o único responsável, com o regulador neerlandês a chamar a atenção para o facto de o FSD não ser um sistema de condução autónoma total, que por exemplo permita ao condutor dormir ou abandonar o seu posto de condução.

Os responsáveis da RDW afirmaram que “o sistema de assistência ao condutor da Tesla oferece uma ajuda a quem vai ao volante superior a outros sistemas, assumindo um maior número de funções sempre que está ligado”. Recordando que testaram o FSD em pistas de ensaio e na via pública, os técnicos avançam ainda que, “devido à contínua monitorização por parte do condutor, o FSD é mais seguro do que outras soluções”.

Para evitar abusos por parte do condutor, o FSD detecta quando o indivíduo ao volante está desatento há demasiado tempo e faz disparar avisos para lhe chamar a atenção, desligando-se temporariamente e, em casos extremos, impedindo o condutor de o voltar a accionar. A nova versão do FSD representa, assim, uma evolução face ao Autopilot Básico (que faz parte do equipamento de série), bem como ao Autopilot Aperfeiçoado.

Após a RDW emitir a sua autorização para a circulação na via pública aos veículos equipados com o nova versão do FSD — que se apoia sobretudo nas imagens das câmaras e na Inteligência Artificial —, a Tesla publicou uma série de vídeos na rede social X em que é possível ver um veículo da marca norte-americana enfrentar com sucesso diversas situações no trânsito neerlandês, de rotundas a ruas relativamente estreitas e com veículos estacionados e outros a circular em sentido contrário, sem que o condutor se visse forçado a assumir o volante. A Reuters antecipa que a recente aprovação do FSD por parte do regulador dos Países Baixos irá, provavelmente, dinamizar as vendas da Tesla.

Anunciando que o “uso correcto deste sistema de ajuda à condução assegura uma contribuição positiva para a segurança rodoviária”, a RDW irá agora submeter às entidades da União o pedido para que o FSD possa ser utilizado em toda a Europa. E mesmo que esta adopção do sistema não colha a necessária aprovação por parte da maioria dos membros, cada um dos países poderá validar a circulação entre as suas fronteiras.

A Tesla já fez saber que espera uma possível aprovação geral do FSD pelos países europeus durante o Verão, o que poderá materializar-se numa grande vantagem comercial. Isto se não se vierem a verificar na Europa os acidentes e as polémicas que marcaram a introdução de outras versões do FSD nos EUA. De recordar que, de acordo com a Reuters, “a Mercedes, Ford e BMW já lançaram sistemas de ajuda à condução que também permitem circular sem mãos em auto-estradas específicas e até determinadas velocidades, em países como a Alemanha, sendo que o sistema da Tesla permite a utilização do FSD num leque mais alargado de situações.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.