1242,5kWh poupados 1242,5 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Exército dos EUA diz que Estreito de Ormuz está livre de minas e aberto

O Comando Central militar dos Estados Unidos indicou que conseguiu retirar as minas marítimas iranianas das rotas comerciais no Estreito de Ormuz, considerando a operação como desafiante e perigosa.

epa13193395 Iranians take part in a night demonstration against the United States near an anti-US billboard in Tehran, Iran, 26 August 2026, following Washington's announcement of new sanctions. Tehran promised to retaliate after US Treasury Secretary Scott Bessent, acting at President Donald Trump's direction, launched 'Operation Economic Outcast,' an economic campaign designed to cut off Iran's global financial connections.  EPA/ABEDIN TAHERKENAREH RESTRICTIONS: NO Access Israel Media/Persian Language TV Stations Outside Iran/Strictly No Access BBC Persian/VOA Persian/Manoto TV/Iran International TV. (As mandated by Iran's Directorate General for Foreign Media) --
i

▲As circunstâncias das operações são "desafiantes e perigosas, para dizer o mínimo (...) mas conseguimos concluir a tarefa"

ABEDIN TAHERKENAREH/EPA

▲As circunstâncias das operações são "desafiantes e perigosas, para dizer o mínimo (...) mas conseguimos concluir a tarefa"

ABEDIN TAHERKENAREH/EPA

Acompanhe o nosso liveblog sobre os conflitos internacionais

O Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelo Médio Oriente, declarou o Estreito de Ormuz aberto depois de as forças norte-americanas terem removido as minas marítimas da via navegável.

“As rotas marítimas internacionais e reconhecidas no estreito estão livres de minas marítimas iranianas graças ao trabalho incrível das Forças Armadas”, disse o comandante do Centcom, almirante Brad Cooper, na quinta-feira.

“Removemos com sucesso as minas marítimas das rotas marítimas internacionais do estreito, colocadas há meses pela Guarda Revolucionária Islâmica do Irão”, acrescentou Cooper, num vídeo publicado na véspera do sexto mês do conflito.

As circunstâncias das operações são “desafiantes e perigosas, para dizer o mínimo (…) mas conseguimos concluir a tarefa”, acrescentou o almirante.

Segundo Cooper, mais de 20 navios de guerra e centenas de aeronaves participaram nas operações no Estreito de Ormuz, e cerca de 50 mil soldados estão a impor um bloqueio contra o Irão, impedindo-o de exportar petróleo dos seus portos.

“Nenhum navio entrou ou saiu de um porto iraniano sem a nossa permissão, e só permitimos a passagem de embarcações por razões humanitárias”, afirmou.

Horas antes, o Centcom anunciou nas redes sociais que tinha impedido 75 navios de atravessar o Estreito de Ormuz, devido ao bloqueio decretado por Washington aos portos do Irão.

“Os Estados Unidos [EUA] continuam a aplicar o bloqueio contra o Irão. À data de 27 de agosto, as forças do Centcom desviaram 75 navios comerciais, inutilizaram três e abordaram dois para garantir o cumprimento”, afirmou o comando.

Também na quinta-feira, o Presidente dos EUA, Donald Trump, publicou um mapa do Estreito de Ormuz na plataforma que detém, Truth Social, declarando-o como um novo território norte-americano.

Ao lado das bandeiras de Porto Rico, dos Estados Federados da Micronésia e das Ilhas Marshall, entre outras, o líder acrescentou a passagem marítima estratégica para o comércio global de gás e petróleo localizada no Médio Oriente.

No mesmo dia, o secretário-geral da Organização Marítima Internacional (OMI), Arsenio Domínguez, alertou que o Estreito de Ormuz continua inseguro e exortou os armadores, operadores e companhias de navegação a evitarem a travessia até estar garantida a segurança.

Arsenio Domínguez observou, numa entrevista à agência Efe, que quase seis mil tripulantes estão presos na zona de conflito há quase seis meses, sem possibilidade de retirada, enquanto cerca de 70 embarcações foram atacadas e 20 trabalhadores marítimos morreram na sequência do conflito entre os Estados Unidos, Israel e Irão.

“A minha mensagem para os armadores e operadores, incluindo as companhias de navegação, é que, em primeiro lugar, realizem avaliações de risco, mas, acima de tudo, evitem transitar pelo Estreito de Ormuz”, advertiu.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.