1241,1kWh poupados 1241,1 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Trump promete resposta militar "com força" ao Irão após troca de ataques com mísseis no Médio Oriente

A tensão entre Washington e Teerão volta a subir depois de novos ataques. Donald Trump promete responder com força aos mísseis iranianos e ameaça intensificar a ofensiva contra o regime.

epa13189297 US President Donald Trump listens as Secretary of Education Linda McMahon delivers remarks during an education event in the Rose Garden of the White House in Washington, DC, USA, 24 August 2026. President Trump and Secretary McMahon highlighted the administration’s school choice program as the new academic year begins.  EPA/WILL OLIVER / POOL
i

▲"Haverá uma resposta" e "vamos atacá-los com força", assegurou Trump em declarações à estação televisiva Fox News

WILL OLIVER / POOL/EPA

▲"Haverá uma resposta" e "vamos atacá-los com força", assegurou Trump em declarações à estação televisiva Fox News

WILL OLIVER / POOL/EPA

Acompanhe o nosso liveblog sobre os conflitos internacionais

O Presidente norte-americano, Donald Trump, prometeu esta segunda-feira uma resposta militar “com força” aos ataques com mísseis lançados pelo Irão contra alvos dos Estados Unidos no Médio Oriente.

“Haverá uma resposta” e “vamos atacá-los com força”, assegurou Trump em declarações à estação televisiva Fox News.

Segundo o Presidente norte-americano, todos os mísseis lançados pelo Irão, com exceção de um, foram intercetados, pelo que considerou que os ataques não representam uma ameaça significativa para as forças norte-americanas na região.

As declarações surgem depois de Washington ter realizado, na madrugada de hoje, o primeiro ataque contra alvos iranianos em cerca de um mês, atingindo a ilha de Larak, no estratégico Estreito de Ormuz.

O Irão respondeu ao ataque com ações contra bases norte-americanas na Jordânia e nos Emirados Árabes Unidos.

Trump intensificou entretanto a retórica contra a liderança iraniana, considerando que o país está mergulhado num “caos total” e classificando-o como uma “nação falida”.

“O Irão é oficialmente uma nação falida. Acabou! Não tem Marinha, não tem Força Aérea, não tem moeda, não paga aos seus soldados nem à polícia, a inflação está nos 300% e a sua liderança está num caos total, incapaz de representar adequadamente o país”, escreveu Trump na sua plataforma Truth Social.

Na mesma publicação, acusou ainda as autoridades iranianas de recorrerem à repressão contra os manifestantes e afirmou que a liderança da República Islâmica “deve ser julgada por crimes de guerra e crimes contra a humanidade”.

Trump alegou que “já há mais de 100 mil mortos” nos protestos contra o regime iraniano, sem apresentar elementos que sustentem esse número.

No domingo, o Presidente norte-americano tinha também divulgado nas redes sociais um vídeo gerado por inteligência artificial que representava a destruição da ilha de Kharg, onde se situa o principal terminal de exportação de petróleo iraniano.

O novo confronto militar surge numa altura em que os esforços diplomáticos para pôr fim à guerra entre Washington e Teerão permanecem num impasse, apesar das recentes iniciativas de mediação do Paquistão.

O conflito começou em 28 de fevereiro, com uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, e um cessar-fogo alcançado em abril permitiu reduzir significativamente os confrontos diretos, embora tenham continuado ataques esporádicos, sobretudo na região do Estreito de Ormuz.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.