O Presidente da República afirmou esta terça-feira que é dever de todos melhorar o Serviço Nacional de Saúde (SNS), que defendeu ser imprescindível, e reiterou o apelo ao pacto para a saúde que propôs ainda em campanha eleitoral.
António José Seguro deixou estas mensagens num discurso na cerimónia de entrega do Prémio António Champalimaud de Visão, em que elogiou a “excelência científica” desta instituição, mas que aproveitou também para falar “de um outro António: António Arnaut, o jurista e o político que desenhou o SNS”.
Perante o primeiro-ministro e a ministra da Saúde, entre outros convidados, o chefe de Estado referiu que esta terça-feira se comemora “o aniversário dos 47 anos do SNS”, que apontou como “uma das grandes realizações da democracia portuguesa”, e defendeu que “não há saúde ao serviço de todos sem um sistema público que a garanta”.
“O SNS continua, 47 anos depois, a cuidar de milhões de portugueses. É dever de todos melhorar uma das maiores conquistas da democracia portuguesa. É esse o sentido do pacto para a saúde que lancei no início do meu mandato e para o qual é necessário canalizar todas as nossas energias. Uma democracia forte precisa de um SNS que promova o acesso à saúde a tempo e horas”, afirmou, em seguida.
[Outubro de 1965. O diplomata suíço Raymond Quendoz espera pela mulher na pista do aeroporto de Havana, mas a portuguesa Annie Silva Pais simplesmente não aparece. O desaparecimento dela vai dar origem a um mistério de dimensão internacional que vai mobilizar o responsável da CIA em Cuba, o chefe dos serviços de segurança suíços, o mais alto representante de Portugal no país, e até Salazar e Fidel Castro. Porque Annie não é só casada com um diplomata suíço. Também é filha de um dos homens mais importantes do Estado Novo, Fernando Silva Pais, o diretor da PIDE. Já estreou “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Pode ouvir o primeiro episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]