Os cerca de 295 alunos das escolas de Sintra que ainda aguardavam colocação foram esta terça-feira todos distribuídos por estabelecimentos de ensino do concelho, disse à agência Lusa o diretor do Agrupamento de Escolas de Mem-Martins.

António Castel-Branco adiantou que no final de uma reunião de quase seis horas com o Ministério da Educação, os alunos que ainda não tinham confirmação foram já distribuídos, ficando apenas por colocar situações individuais, “num caso ou outro”.

“Há alguns casos individuais que é ainda preciso resolver, mas apenas se são colocados numa escola ou em outra do mesmo agrupamento”, explicou.

António Castel-Branco afirmou que os alunos do concelho de Sintra cuja colocação “ficou agora resolvida” terão aulas o mais breve possível, tendo agora apenas que “ser feita a certificação no portal”, para informar os encarregados de educação.

Também o representante dos diretores escolares revelou esta terça-feira que os casos de alunos sem vagas em escolas de Lisboa “ficaram todos resolvidos” na reunião com os serviços do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) que esta terça-feira receberam os diretores de escolas de Sintra.

Cerca de três dezenas de diretores de escolas de Lisboa estiveram na segunda-feira reunidos durante toda a tarde com responsáveis da Agência para a Gestão do Sistema Educativo (AGSE) para encontrar uma solução para os mais de 500 alunos que continuavam sem escola atribuída.

“Ao fim de sete horas de reunião estavam resolvidos todos os problemas da capital”, disse à Lusa o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima.

Entre as causas apontadas por pais e professores para os problemas registados este ano, destaca-se a integração dos serviços da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares na recém-criada AGSE, que não tem um balcão de atendimento ao público, nem estava a responder a ‘e-mails’ e telefonemas. A professora que tratava dos processos relativos a escolas de Lisboa, por exemplo, deixou o serviço e regressou à sua escola de origem.

O ministério revelou esta terça-feira que estava em curso um processo de identificação de vagas disponíveis e que a solução poderia passar por abrir novas turmas, reorganizar o espaço escolar ou aumentar o número de alunos por turma.

A Lusa tem questionado o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) sobre o número total de alunos que continuam sem escola e aguarda resposta. O ministro Fernando Alexandre também não avança números, garantindo apenas que nenhum aluno em escolaridade obrigatória ficará sem colocação.

[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]