A empresa britânica de correios Royal Mail pretende eliminar 2.500 postos de trabalho até ao final de 2027, no âmbito de um processo de reestruturação, foi anunciado esta quarta-feira.
De acordo com a informação divulgada, carteiros e motoristas não serão afetados pela medida, que representa um corte de mais de 2% num quadro total de 131.000 funcionários.
A Royal Mail acrescentou que a supressão de postos de trabalho, que será feita através de saídas voluntárias, responde à forte queda no volume de cartas, apesar do aumento do serviço de entrega de encomendas.
A empresa referiu que está a passar por uma “transformação significativa”, à medida que reforma o serviço e se adapta a um mercado em rápida evolução.
“No âmbito de um programa de transformação, a Royal Mail está a simplificar os processos e as funções em toda a empresa e anunciou hoje propostas para uma revisão organizacional das sedes e das funções de apoio”, indicou em comunicado.
[Pela primeira vez em doze anos, Annie regressa finalmente a Lisboa. A revolução está nas ruas e Fernando Silva Pais está preso em Caxias. A filha vai fazer tudo para o tentar libertar, mas também vai aproveitar para festejar — e não só. Já pode ouvir “Uma ‘deusa’ no 25 de Abril”, o quarto episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no YouTube.]
O presidente executivo (CEO) da Royal Mail, Alistair Cochrane, referiu que a empresa está a trabalhar para reduzir custos e simplificar processos em todas as áreas do negócio, num mercado altamente competitivo.
O dirigente comprometeu-se a tratar este processo de forma “justa e respeitosa”, colaborando com os sindicatos, ao mesmo tempo que reconheceu que as mudanças não serão fáceis.