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Noite dentro, de 15 para 16 de maio, todos os jogadores do Sporting foram passando pela GNR do Montijo para apresentar queixa horas depois de um ataque sem precedentes ao coração do futebol leonino, em Alcochete. Bruno Fernandes foi um deles. Estava no balneário nessa altura perto das 17 horas, ainda ouviu alguns companheiros dizerem que adeptos tinham invadido a Academia e se deslocavam para aquele espaço, lembrava-se de ter visto o secretário técnico e o segurança da equipa a tentar fechar a porta. Ao lado de William Carvalho, foi empurrado para o lado e viu o subcapitão ser agredido com chapadas – a ele, a Rui Patrício, a Battaglia e a Acuña, que identificou como principais alvos daquela ação. Recordava-se de coisas mais gerais, como o fumo intenso no interior do espaço, e de outros pormenores, como a bolsa com produtos de cosmética que acertou na cara de Ludovico Marques, fisioterapeuta da equipa. Não tendo sido agredido, temeu pela sua integridade física.

O que Bruno Fernandes, William e Gelson disseram à GNR

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