Quando se escreve num popular motor de busca cujo-nome-não-vale-a-pena-citar a expressão “if you survived the 60s” (“se sobreviveste aos 60s”), o tal motor de busca — pelo menos o nosso, se não acontecer o mesmo ao leitor deve depositar a culpa no algoritmo — mostra-nos uma imagem de uma t-shirt com uma piadola bem-humorada.

A peça é indumentária para ser usada por sexagenários, septuagenários, octogenários e por aí fora que podem não conservar o aspeto viçoso e jovem, mas ainda conservam o bom humor e a capacidade de gozarem com consigo próprios. Na tal t-shirt lê-se:

“I survived the 60s. Twice”.

David Crosby é um dos anti-heróis da música americana que sobreviveu aos sessentas duas vezes — primeiro porque viveu a década que antecedeu os ‘seventies’, depois porque chegou a sexagenário sem saber muito bem como. Surpresa das surpresas, espanto inexcedível para quem conhece a história do homem a quem todos previam há muito a morte (como noutros casos, por exemplo o de Keith Richards, foi uma notícia exageradamente antecipada): Crosby também sobreviveu aos setentas duas vezes e até está a beira de virar os 80s pela segunda vez.

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