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Inês Lynce mostra que a inteligência artificial é um conceito que também se escreve no feminino. A investigadora do Instituto Superior Técnico (IST) é a primeira mulher a assumir o cargo de co-diretora do programa Carnegie Mellon Portugal (CMU Portugal) — uma iniciativa da reputada universidade norte-americana em parceria com outras instituições portuguesas, que conta com o apoio da Fundação de Ciência e Tecnologia (FCT). Além deste cargo, é presidente do INESC ID (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores) desde 2020, e professora associada no IST, onde se licenciou em 1998 e doutorou em 2005. Ao Observador, a investigadora e engenheira informática assume que há um “esforço na sociedade” para mudar a ideia de que a engenharia informática é um “mundo de homens”. Contudo, afirma que ainda há caminho a “esgravatar”.

Nesta segunda-feira, em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, a mais recente líder do CMU Portugal, posição que será partilhada com o professor catedrático do IST Nuno Nunes, é também reconhecida pelo Centro Ciência Viva como uma das 101 investigadoras portuguesas de relevo no livro “Mulheres na Ciência”. Nos últimos anos, a académica tem dedicado a sua investigação a temas complexos como a inteligência artificial, mais especificamente na área de resolução de problemas e otimização através do contributo para a criação de novos algoritmos.

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