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(Artigo originalmente publicado em 2017 e republicado por altura do Halloween de 2019)

Nuno Matos Valente tornou-se professor de artes visuais em 2002. Desde então, muita coisa mudou, incluindo os alunos. “Reparei que, nestes 15 anos, cada vez que perguntava o que é que ia acontecer nesta época do 31 de outubro, havia cada vez mais meninos que falavam no Halloween.” Ao contrário do que acontecia no tempo em que se tornou professor, já ninguém falava nas velhinhas tradições do “pão por Deus” ou do “bolinho”, que levavam as crianças de porta em porta no primeiro dia de novembro. “Em menos de uma geração”, como apontou Nuno em conversa com o Observador, as tradições portuguesa estavam a ser substituídas pelo mais popular e apelativo Halloween, uma celebração de origem celta que, apesar de ter nascido nas ilhas britânicas, foi a partir dos Estados Unidos da América, para onde foi levado pelos imigrantes irlandeses, que se espalhou pelo resto do mundo.

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