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A 20 de junho, numa das raras aparições, Victoria juntou-se em palco ao candidato do Labour, no rescaldo de uma acção de campanha no centro de Londres, no Royal Horticultural Halls

PA Images via Getty Images

A 20 de junho, numa das raras aparições, Victoria juntou-se em palco ao candidato do Labour, no rescaldo de uma acção de campanha no centro de Londres, no Royal Horticultural Halls

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V de vermelho e de Victoria. A "primeira-dama relutante" que conheceu Starmer numa discussão ao telefone

"Quem é que este gajo pensa que é?". 17 anos depois de uma chamada incómoda, seguida de um jantar vegetariano, a discreta " working mum" e nova primeira-dama troca o norte de Londres por Westminster.

Lembremos esse jubileu de platina e um pequeno príncipe que roubou todas as atenções. Olhando para as imagens de 5 de junho de 2022, e para uma tribuna repleta de VIPS, todos os olhos se desviam para Louis, o filho mais novo do príncipe William e de Kate Middleton. Dificilmente alguém terá reparado que na fila imediatamente atrás do clã real se sentava o líder trabalhista – e muito menos a sua ainda mais discreta mulher.

Conhecida pelo low profile, ficou claro desde cedo, sobretudo ao longo de uma campanha precipitada pelo anúncio de eleições antecipadas, que Victoria Starmer se manteria arredada dos holofotes. Apesar do interesse manifestado pelos media, todos os pedidos de entrevistas e mesmo conversas informais em off foram rejeitados, conta o The Telegraph que adianta ainda o subtil feedback dos assessores: “não iremos encorajar artigos sobre ela”.

Nas últimas semanas, houve quem se espantasse com a conduta “de pouco apoio” ao marido, e quem louvasse a “frescura” desta desmarcação, sem que Victoria tenha sido convocada, ou permitido ser convocada, para “humanizar” a imagem do candidato a primeiro-ministro. Há aliás quem note que ninguém dedicou grandes linhas a anteriores e recentes ausências, como as de Philip May, marido de Theresa May, ou de Hugh O’Leary, marido de Liz Truss, companheiros de duas antigas primeiras-ministras. Para não falar do pioneiro Denis Thatcher, que cultivava com afinco a máxima “sempre presente, nunca lá”. Resta saber se e até quando Lady Vic, ou Vicky, como é conhecida, conseguirá manter a distância de segurança.

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Em dia de eleições, Victoria escolheu um vestido laranja e uns descontraídos ténis para ir votar com o marido
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Ao final da jornada, já com a vitória na mão
Bloomberg via Getty Images

“A Vic é adorável mas muito discreta, e gosta que assim seja”, confidenciava um amigo à Tatler. Em janeiro de 2023, a revista traçava o perfil de uma mulher em vias de trocar a sua bolha privada no norte de Londres por uma vida de exposição à escala global. Contra eventuais expectativas e desejos, começaria então a ver-se forçada a esculpir o seu inevitável perfil público. No seio do próprio partido, notava a publicação, especulava-se já sobre o tipo de papel que Victoria Starmer poderia vir a desempenhar.

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Mais de um ano depois, e com as setas a indicarem o caminho até ao número 10 de Downing Street, é impossível ignorar a presença – por mais que a vontade ou estratégia seja de ocupar um lugar invisível. Aos 50 anos, 17 dos quais ao lado do novo primeiro-ministro, de 61, Vic já granjeou mesmo o título de “primeira dama relutante”. Mas, bom, um concerto de Taylor Swift é sempre um concerto de Taylor Swift, e poderá ter tido o seu efeito de caixa de Pandora, ou pelo menos momento “standout” para os trabalhistas (desejosos de atenuarem o ar “robótico” do seu candidato). Só faltou perceber se foi casual ou coreografado, como se discutiu num podcast da Skynews, que escalpelizou até o oportuno look encarnado de Swift, que aparecia em pano de fundo. A paragem na campanha foi devidamente documentada por Keir nas suas redes sociais, para um inesperado acesso a um recorte da sua vida em família (calcula-se que a descendência também estivesse presente).

Em junho, Starmer forneceu uma justificação extra para a ausência da mulher — estaria a ajudar o filho com os seus GCSEs, uma pilha de 21 exames capaz de subtrair o sono e paz doméstica a qualquer família. Mas é óbvio que o tópico não se esgotou neste auxílio. “Eles não serão um Tony [Blair] e Cherie. Vic não abrirá a porta de casa à imprensa no dia 5 de julho, impreparada, com a sua camisa de dormir, mas também não passarão a vida do lado de fora do número 10, com Keir com uma caneca na mão, e a sua família a sorrir de forma adorável. A Victoria vai ficar ao seu lado, as crianças vão usar a porta das traseiras.”, antecipa um amigo do casal, citado pelo The Times.

Nem o reino irá ter “dois pelo preço de um”, nem o consulado da primeira-dama se irá inspirar na tradição americana. Se é para comparar com alguém, descrevem amigos citados pelo The Independent, será com uma figura ao estilo de Sarah Brown, a mulher do ex-PM Gordon Brown.

É dado como certo que Victoria teria “preferido uma vida discreta” e “não gosta de usar o seu título” de Lady, que lhe foi “concedido” quando Keir foi ordenado cavaleiro. De acordo com o Independent, e olhando para o espectro dos últimos primeiros-ministros no gabinete, os Starmer preferem estar no fim da linha do que toca a publicidade. Veremos o que conseguem.

A relação que começou com uma discussão ao telefone

Em dezembro de 2020, Helen Fielding era obrigada a silenciar um dos rumores mais intrigantes e persistentes na nação. Numa entrevista na rádio, a autora de O Diário de Bridget Jones rejeitava que Keir Starmer tivesse inspirado a personagem de Mark Darcy, o advogado de semblante fechado interpretado por Colin Firth que disputou o coração da protagonista – apesar de reconhecer que ambos têm “muitas semelhanças”.

Fait divers à margem, Keir e Mark partilhavam pelo menos a profissão, e foi através dela que o primeiro conheceu a futura mulher, com um episódio de trabalho no mínimo insólito, que bem poderia ter entrado na saga Bridget Jones. E que o próprio recordou em 2020 no Piers Morgan’s Life Stories, uma vez narrado na sua biografia não oficial, da autoria de Nigel Cawthorne, “O político relutante”.

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O pequeno-almoço a dois na manhã de 27 de setembro de 2022, no Hotel Pullman, em Liverpool, cenário da convenção do Labour e dia de discurso de encerramento a cargo de Keir

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Já com uma posição sénior, Starmer trabalhava para a Doughty Street Chambers e tinha em mãos um processo judicial que, nas suas próprias palavras, “dependia da exatidão dos documentos” e estes aparentavam estar “menos de 100% corretos”. “[Perguntei aos meus colegas] quem é que tinha elaborado aqueles documentos, e eles disseram que era uma mulher chamada Victoria. Vamos ligar-lhe, disse eu“.

O confronto ao telefone não terá sido o mais agradável. Pouco antes da chamada ser desligada, Keir conseguiu escutar a já lendária tirada da interlocutora: “mas quem é que este gajo pensa que é?”. “Isso diz muito sobre mim e muito sobre Vic”, admitiria Starmer mais tarde.

Semanas depois, o destino colocou-os lado a lado num jantar de advogados. Vic haveria de partilhar a sua refeição vegetariana com o vizinho do lado (Keir, que só come peixe, recebera um prato de carne). Starmer acabaria por convidá-la para um primeiro encontro, no pub Lord Stanley, em Camden, ou como o filho do casal caracterizaria: “o local menos romântico que poderia imaginar”. Mas aparentemente a escolha deu os seus frutos — e Keir ainda levou Victoria até à paragem do autocarro.

O pedido de casamento aconteceu em Santorini, na Grécia, em 2004, e terá valido um “sim” apesar de Vic registar uma pequena falha. “Não devíamos ter um anel, Keir?“. Despachadas as formalidades, casaram-se em 6 de maio de 2007, em Fennes Estate, no Essex. A lua de mel foi em Itália, na costa Amalfitana, e contemplou mais um episódio com um anel, neste caso a aliança: Keir Starmer já contou como a perdeu durante a viagem e como teve que vasculhar uma papeleira para recuperá-la. Um ano depois, nascia o filho mais velho, Toby, hoje com 16 anos. Três anos depois, a filha, cujo nome nunca foi confirmado publicamente.

“Sim, acho que isso é inevitável”, admitia Keir à Esquire em 2023, sobre como mais tarde ou mais cedo teria que revelar os nomes dos filhos. “E também haverá mais fotos deles, porque não vamos viver as nossas vidas sem nossos filhos. Tenho consciência de que existe essa exposição necessária. Tudo o que podemos fazer é adiar isso o máximo de tempo possível.”

De acordo com o The Standard, o sul do País de Gales é o destino eleito para as férias de verão, e ao fim de semana é costume Starmer levar os filhos a ver os jogos do Arsenal. O casal vive no norte da capital, numa casa de quatro quartos de cerca de 2 milhões de libras em Kentish Town, que compraram por 650.000 libras (cerca de 767 mil euros) em 2004, no círculo eleitoral do líder trabalhista, Holborn St Pancras. Segundo dizem, na parte de trás da sua carteira lê-se “Take Me Home To Kentish Town”, mas não será fácil bater a popularidade de Victoria nos circuitos locais mais reservados, em particular nos grupos de pais da zona. Nos primeiros anos, os filhos frequentaram o ensino público em Eleanor Palmer, e continuam a ir a pé para a sua atual escola, onde Vic está particularmente envolvida. É conhecido também o seu gosto por organizar jantares para um conjunto restrito de amigos do norte de Londres, bem como a presença regular no The Pineapple, o pub local, ou o gosto pela equitação, herdado da avó.

As raízes judaicas e o protesto à porta de casa

De apelido Alexander, Victoria cresceu com a irmã, Judith, em Gospel Oak, abastado subúrbio do norte de Londres. Frequentou a primária de Gospel Oak, mais tarde o colégio privado feminino Channing School, em Highgate, e estudou Direito e Sociologia na Universidade de Cardiff, onde de alguma forma encetou a sua própria carreira política, com notória veia militante. Em 1993, empenhou-se na luta contra as reformas propostas pelo então secretário de educação conservador John Patten, como os cortes no financiamento de atividades políticas. Facilmente ascenderia à liderança da associação académica, um cargo que o ex-líder trabalhista (entre 1983 e 1992) Neil Kinnock ocupara 30 anos antes.

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Em maio último, em dia de eleições autárquicas, com um trench coat azeitona e umas calças pretas

SOPA Images/LightRocket via Gett

Segundo o Standard, quando regressou a Londres, voluntariou-se para trabalhar no quartel-general da campanha de Tony Blair. Quatro anos depois, já com o canudo nas mãos, trabalhou para a Hodge Jones & Allen, um escritório de advocacia do Soho especializado em crimes de rua. Fontes adiantam àquele jornal que Vic era conhecida como uma jovem advogada ambiciosa, com “cabelos estranhamente perfeitos e uma voz ligeiramente nasalada” e que costumava passar as madrugadas à procura de clientes nas esquadras de polícia.

Victoria acabaria por dedicar-se à saúde ocupacional no Serviço Nacional de Saúde britânico, funções que espera manter depois de dia 4 de julho. “Tenho diariamente um olhar direto sobre os desafios do SNS e o moral dos funcionários.”, valorizou Keir ao Sunday Times, garantindo que a mulher irá continuar “totalmente” um trabalho que “quer e adora”.

Victoria é filha de Barbara, uma médica nascida no Yorkshire, e de Bernard, um contabilista natural de Hackney, que nasceu no seio de uma família de origem judaica que chegou da Polónia antes da II Guerra. A mãe haveria de converter-se ao judaísmo. Em fevereiro de 2020, Keir, então na corrida à liderança do Labour contra Corbyn, suspendeu a campanha por uma semana depois da morte da sogra. O pai de Victoria vive na mesma rua do casal e é presença regular em casa.

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Em 21 de novembro de 2023, no banquete de estado em honra do Presidente coreano Yoon Suk Yeol e da sua mulher Kim Keon Hee. E de novo em preto para o espectáculo "Dear England".

Getty Images

Apesar de Keir e Vic não serem especialmente religiosos, entre o clã têm o hábito de observar rituais como o shabat, e de visitarem a sinagoga em St John’s Wood, como Keir partilhou em 2021, numa entrevista ao The Jewish Chronicle. Keir já referiu, aliás, que às sextas-feiras dá por terminado o trabalho às 18h para poder passar tempo com a prole, regra que deseja cumprir mesmo após a eleição — uma informação contestada pelo então adversário Sunak, que insiste que “nunca” se despachava antes dessa hora, e que valeu ao trabalhista a crítica de pretender ser um “primeiro-ministro em part time”. O The Telegraph promoveu mesmo uma sondagem para auscultar o reino: “um primeiro-ministro que desliga às seis da tarde é preguiçoso? Sim ou não?”.

“Numa sexta-feira à noite, é muito raro fazer alguma coisa relacionada com o trabalho depois das seis horas. A Vic pertence a uma família judia, portanto a sexta-feira à noite é especial e o pai de Vic muitas vezes está connosco.”, descreveu Starmer à Esquire.

Fontes de Westminster sugerem mesmo que Vic se poderá envolver no Movimento Trabalhista Judaico, e mais que não seja modificar a perspetiva sobre os trabalhistas fomentada sob a liderança de Jeremy Corbyn. “Ela ajudou a moldar a compreensão de Keir sobre o antissemitismo”, referem, contando ainda como discutir o assunto com Victoria e a sua família à mesa de jantar deu ao atual líder trabalhista “uma perspetiva diferente”.

“Simpática”, hábil a “ler as pessoas” e muito “terra a terra”, consta que Vicky é a primeira pessoa que Keir consulta quando tem que tomar uma decisão, já que “não confia em quase ninguém da política”. 

A preocupação com a imagem dos filhos não terá diminuído depois de um episódio registado no mês passado. Victoria manifestou a sua apreensão depois do protesto pró-Palestina realizado à porta da sua casa.

Victoria, Lady in red, de gala, ou em calças de ganga

O recato não é sinónimo de retirada total de cena. De resto, se as aparições públicas são escassas, em retrospetiva algumas delas parecem planeadas milimetricamente – o dia em que o casal se instalou entre beijos na Royal Box do torneio de Wimbledon coincidiu com o anúncio da saída de cena de Boris Johnson. Naquele 7 de julho de 2022, particularmente agitado em Westminster, os Starmer acompanharam a partida das semifinais femininas entre Ons Jabeur e Tatjana Maria — e os mais elogiosos do visual “irrepreensível” de Victoria arriscaram até ousadas comparações com o estilo de Jacky O.

Nesse mesmo mês, num ano de final de Euro2020 atrasado pela Covid-19, o casal esteve junto em Wembley para o jogo decisivo. E se é para se deixarem apanhar pelos fotógrafos, então que se recheie bem a mesa — basta lembrar como foi registado aquele pequeno-almoço a dois, na manhã de 27 de setembro de 2022, no Hotel Pullman, em Liverpool, cenário da convenção do Labour e dia de discurso de encerramento a cargo de Keir.

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Mais ou menos acentuada, a paleta de encarnados, em linha com os tons trabalhistas, domina o guarda-roupa público de Victoria

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Nem de propósito, seja pelo gosto genuíno pelo tom, ou pela sintonia absoluta com as cores trabalhistas (ou por ambos os motivos), é comum vê-la de encarnado — há quem lhe chame guarda-roupa “politicamente correto”. Em momentos descontraídos, ou em palco, ao lado do marido num evento do Labour, numa declinação mais rosada, ou a pender para o bordeaux, lá está ele a dominar a paleta. Para as ocasiões mais formais, a discrição volta a acompanhar as escolhas de Victoria. Tons como o branco e o preto prevalecem sobre um guarda-roupa contido, até nos preços, rezam os mais atentos às etiquetas (e apressados nas comparações com os gastos da mulher de Sunak, Akshata Murty).

Em 2020, no pico da pandemia de Covid 19 e dos aplausos ao serviço nacional de saúde britânico, a dupla era fotografada à porta de casa, juntando-se ao coro de palmas, à semelhança do que aconteceu em Portugal. Vic também se associou à vigília que reuniu até a atual princesa de Gales no rescaldo do assassinato de Sarah Everard. Em ambos os momentos, como seria de esperar, o vestuário ficou-se pelo casual e discreto, mais em linha com as opções do dia a dia.

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É uma das primeiras imagens públicas relativamente recentes. Em abril de 2020, em plena pandemia, o casal juntava-se à corrente de aplausos ao SNS britânico

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Tal como outros aspetos, é natural que se acentue o escrutínio sobre os seus looks. Em outubro de 2021, o Telegraph Fashion narrava como uma marca francesa da high street aproximava duas “esposas modernas de políticos”, neste caso Carrie Johnson (mulher de Boris Johnson) e Victoria Starmer. E já esta semana semana, a Grazia encarregava-se da lista de compras essenciais para replicar as escolhas de Victoria. Há pouco mais de uma semana, numa ação de reta final da campanha, viamo-la com um vestido estampado The Kooples, agora em saldos,

Sem correr grandes riscos, Vicky tem trilhado um registo clássico e polido. “A Vic é muito glamorosa”, garante uma fonte sénior do partido à Tatler, apesar de reconhecer que no dia a dia quase sempre será vista com uns descontraídos jeans. Para um efeito mais statement e ousado, talvez alguns ainda se lembrem do dia em que foi votar com um casaco de pelo falso amarelo ao estilo Poupas da Rua Sésamo.

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Em junho passado, no banquete oferecido em honra dos imperadores do Japão, Naruhito e a mulher Masako, de visita ao Reino Unido
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Em novembro de 2022, também em Buckingham, o casal Starmer esteve entre os convidados do banquete em honra do Presidente da África do Sul
POOL/AFP via Getty Images

Os mais próximos, cita o perfil do The Standard, garantem que ela não é tipo de pessoa que vai precisar de esticar o cabelo todas as manhãs ou que precise de ajuda para se vestir. “O estilo dela é muito mãe cool do norte do Londres.”

Em todo o caso, deixa a informalidade de lado sempre que a agenda implica um compromisso ao lado do marido em cenários como o palácio de Buckingham. Assim aconteceu em 2022, no banquete oferecido em honra do Presidente da África do Sul, nos seus dois dias de visita ao país. Com cabelo apanhado e um longo vestido acetinado rosa, Victoria adotou um estilo hollywoodesco. Em 21 de novembro de 2023, no banquete de estado em honra do Presidente coreano Yoon Suk Yeol e da sua mulher Kim Keon Hee, ficou-se pelo infalível preto, tom a que recorreria de novo, agora para assistir ao espectáculo “Dear England”. A mulher de Keir conjugou um top Oracle branco, umas calças pretas Delphine e um casaco Weimar da marca Edeline Lee, a mesma que desfilou na convenção do Labour em Liverpool, neste caso usando um vestido evasé cintado (encarnado, claro).

Já em junho passado, juntaram-se a Carlos III e Camila na receção ao Imperador do Japão, Naruhito, e à sua mulher, Masako. Para a ocasião, Victoria usou um vestido brilhante com capa da marca Needle & Thread, uma das preferidas da princesa de Gales, Kate Middleton.

 
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